Feira na Praça
Arquivo FolhaATRAÇÃOA Feira do Produtor, na Praça da Bandeira, de hoje até sexta-feiraComeça hoje e vai até sexta-feira a Feira do Produtor, que se realiza, mensalmente, na Praça Marechal Floriano Peixoto, mais conhecida por muitos como Praça da Bandeira (é o local em que se realizam comemorações cívicas). A Feira oferece, em suas várias barracas, uma série de produtos de fabricação doméstica, além de frutos também produzidos pelos próprios vendedores. Tem de tudo, incluindo até artesanato, além do pão feito em casa (uma delícia), compotas, doces, uma variedade imensa de coisas boas, bem-feitas, saudáveis. E com a vantagem do preço: como são vendidos pelos próprios produtores, podem vender mais barato, com mais lucro.
Quem quiser aproveitar para comprar morangos também só tem até a sexta-feira. Como foi bastante divulgado, o pessoal do morango (que também oferecia compotas, sucos, bolos, tudo com aquele fruto) ficou cerca de 2 meses ali. Mas agora encerra a atividade, junto com as demais barracas.
Até perguntei por que é que a Feira não fica até sábado. Informaram que o movimento cai muito, porque o comércio funciona só pela manhã.
A Feira volta, por 3 dias apenas, só em novembro. Possivelmente no final do ano, na época da uva, pode acontecer de novo o prolongamento da Feira, como ocorreu agora com os morangos. Temos muitos produtores de uva em Londrina. Só se espera que tenham uma boa colheita.



Barulho
O sr. Rubens Melle, morador no Jardim Alpes 2, escreve para reclamar da falta de respeito evidenciada pelos promotores de uma festa realizada no Centro Comunitário do Jardim Santa Mônica, próximo ao estádio do Café. Ele conta que a festa começou na noite do sábado e foi até as 5 da manhã do domingo. E assinala que até a uma hora da manhã, estava tudo bem com relação ao som. Mas que depois disso, e até o final, aumentaram exageradamente o volume, inclusive ultrapassando os límites fixados por lei.
O que também causou estranheza ao sr. Rubens Melle é a verdadeira inversão observada, porque a lei permite mais barulho até as 22 horas.
Este problema, vale lembrar, é muito comum. Tem gente que faz festa e quase que exige que os vizinhos ‘participem’. Só que é uma participação forçada e pela pior parte: eles ficam com o barulho que incomoda, prejudica o repouso e é ilegal. Pior é não se sabe a quem apelar diante do barulho. Outro leitor, que enfrentou o mesmo problema chamou a polícia. Como o barulho era em uma casa vizinha, foi informado que, no caso, os policiais não podiam fazer nada...

Tempo louco
O horário é de verão, o calendário diz que é primavera, mas o frio dos últimos dias lembra mesmo o inverno. É curioso ver as pessoas na rua, em pleno outubro, encasacadas. Tem também os que acreditam no calendário e saem desprevenidos. Ficam tiritando diante do frio e do vento.
Pois é, uma vez que o ser humano resolve mudar as coisas, a natureza faz das suas. As autoridades antecipam o horário de verão, então a gente acaba recebendo um resto de inverno, em plena época do calor.
De qualquer modo, o melhor é a gente não se queixar porque o tempo e principalmente a natureza andam ainda mais malucos em outros pontos do mundo. O que tem se registrado de tormentas, furacões e terremotos assustam mesmo a quem não vive em região atingida por tais fenômenos. Como disse um amigo: o mundo talvez não esteja acabando, mas já está balançando!
Falando sério, a impressão real é a de que o ser humano está começando a ser cobrado pelos abusos que cometeu contra a natureza desde que se assumiu como ‘rei da Criação’.

Flautas antigas
Seis flautas de osso, com cerca de 9.000 anos de idade, quase intactas, uma das quais ainda utilizável, foram encontradas por arqueólogos na província chinesa de Henan, informa o novo número da revista Nature.
A publicação oferece, em seu site na Internet, um trecho musical tocado pelo mais antigo instrumento musical em condições de uso já descoberto. Um especialista chinês toca na rara flauta uma canção do folclore de seu país.
Garman Harbottle, do Brookhaven National Laboratory de Nova York, e três especialistas chineses com os quais trabalhou descrevem os seis instrumentos descobertos: de linha estilizada, feitos com ossos de pássaros e que tem cinco, seis, sete e oito orifícios.
Estas flautas deram aos especialistas a oportunidade única de ouvir e analisar a tonalidade da música tocada pelos homens há nove mil anos. Anteriormente, foram encontradas em Neandertal flautas mais antigas, mas tão fragmentadas que era impossível ter idéia de sua tonalidade.
A flauta mais conservada das descobertas em Henan, sem uma fissura sequer, foi testada sob a supervisão de Huang Xiangpeng, especialista da Escola de Música do Instituto de Artes da China. Este instrumento, que tem sete orifícios, um dos quais minúsculos, produz uma série de notas próximas à gama moderna. O orifício menor produz um ‘lᒠgrave quase correspondente à oitava do ‘lᒠagudo.

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