Praça Londrina (Estélio Feldman)
Crianças na Sercomtel
Arquivo SercomtelVISITACrianças da Apae recebem esclarecimentos em visita à Sercomtel
Estamos entrando em outubro, mês que, entre outras coisas, marca comemorações especiais para a criança. E por isso também creio ser válida a lembrança de que a Sercomtel reativou o programa Portas Abertas, que oferece condições para que a comunidade conheça a empresa local de telefonia. Nas últimas semanas, a Sercomtel recebeu, dentro deste programa, a visita de mais de 300 crianças de escolas públicas e privadas.
Conforme a área de Relações Públicas, a Sercomtel está enviando convites às escolas e creches, inclusive aos estabelecimentos que cuidam de alunos especiais como Apae e Instituto dos Cegos.
As crianças conhecem os equipamentos da empresa e aprendem como se processa uma ligação telefônica. O roteiro de visitas começa pelo túnel de cabos e segue pelo Distribuidor Geral e centrais, terminando na área de atendimento telefônico ao cliente.
Neste mês, quando se promovem tantos programas com vistas às crianças, este das visitas à Sercomtel tem um sentido muito grande, na medida mesmo em que propicia um conhecimento real sobre uma área ligada à tecnologia que está dominando o mundo às vésperas do terceiro milênio. Para alguns visitantes, pode ser a abertura em relação ao próprio futuro.
Horário novo
Amanhã, à meia-noite, a gente vai ter de adiantar o relógio, de novo. É o começo do horário de verão que foi antecipado este ano para aumentar a economia de energia elétrica. As autoridades andam antecipando tanto este horário (que começa menos de um mês depois do início da Primavera) que é possível que dentro de algum tempo a gente passe a viver o ano todo em tal horário.
Para as crianças que estudam, pelo menos no começo, vai ser uma difícil adaptação. Afinal, terão de levantar uma hora mais cedo em relação ao habitual. Mas para elas, há uma compensação: dias mais longos, mais tempo para brincar com a iluminação do dia. Já os não tão jovens vão sofrer um pouco mais, devido à dificuldade de adaptação com o novo fuso.
Quanto ao mais, gostando ou não, o importante é aproveitar o tema do horário: tentar reduzir o consumo de energia elétrica, não só no tal horário de pico, mas ao longo do dia. Diminuir um pouco a conta de luz no fim do mês é sempre bom neste tempo em que quase todos vivem com orçamentos cada vez mais reduzidos.
Imperdível
A programação do Departamento Cultural da Associação Médica de Londrina para este mês está muito boa. Os filmes programados para exibição incluem alguns verdadeiros clássicos.
O Cinema em video é apresentado todos os sábados. E para abrir a programação, amanhã, será apresentado um dos mais belos filmes de Frank Capra, A felicidade não se compra, com James Stewart e Donna Reed. Este é um daqueles filmes que passam pelo teste do tempo: é produção de 1946, uma época de valores muitos diferentes dos atuais. Mas a história do homem que em dado momento sentiu-se perdido, após uma vida de lutas, e que reavalia tudo o que fez com a ajuda de seu anjo da guarda contem lições belíssimas, que são atemporais.
Cinema em video é apresentado todos os sábados, a partir das 17 horas, com entrada franca, no auditório da Associação Médica, na Praça 1º de maio, bem na área central. O filme de amanhã terá apresentação de Gláucia B. Pereira e Vera Lúcia M. Carlos. A coordenação geral das atividades do Departamento Cultural da AML é de Fernanda Jiran.
Gene provoca a dislexia
Um novo gene, causador da dislexia, transtorno da capacidade de leitura, acaba de ser localizado por uma equipe médica internacional, cujos trabalhos foram publicados na revista britânica Journal of Medical Genetics.
A equipe espera poder desenvolver uma análise de diagnóstico precoce para ajudar o mais breve possível os menores afetados e evitar na medida do possível os inconvenientes da dislexia, que em geral é detectada na idade escolar.
O gene em questão, chamado DYX3, foi localizado no cromossomo 2 graças à pesquisa em uma família norueguesa feita por uma equipe de cientistas noruegueses, belgas e norte-americanos, dirigida pelo doutor Toril Fagerheim (Tromsoe, Noruega).
Os pesquisadores acreditam que poderão clonar o gene para estudá-lo e entender como funciona, através de sua proteína.
Na família objeto da pesquisa, os casos de dislexia são frequentes. Seus membros foram submetidos a uma série de nove exames para estudar a forma como lêem.
Esta avaliação permitiu comprovar que onze dos 36 membros da família submetidos aos exames são disléxicos, enquanto a análise genética localizou o gene em um dos cromossomos que cada um deles herdou de seus pais.





