Prazo final para o vôlei
Arquivo FolhaLEMBRANÇAJogo pela Super Liga Feminina, no Moringão. Não pode ficar só na lembrançaMárcio Teixeira, que foi técnico da equipe feminina de vôlei de Londrina, ligou na semana passada para informar que amanhã termina o prazo para a definição sobre a participação do time local na Super Liga Nacional. Conforme informou, pessoal da CBV deve estar em Londrina estes dias para vistoriar a quadra e manter contato com as autoridades a fim de saber se Londrina disputa ou não o certame deste ano.
A equipe feminina de vôlei de Londrina, que jogou com o apoio do Banestado, não conseguiu resultados muitos expressivos. Todavia, constitui uma atração e um apoio para o esporte. Ademais, mesmo sem obter classificação para disputar o título, abre caminho para muitas jovens atletas e divulga a cidade.
Márcio assinalou que independente de estar ou não no time acredita que seria bom para Londrina, para as atletas, para o esporte, que a equipe local participasse do certame. Mas ele, como muita gente, tem poucas esperanças de que isto ocorra. A não ser que haja boa vontade muito grande de nossas autoridades, vamos ter de ficar vendo vôlei feminino pela TV, torcendo pelo Rexona, que é do Paraná também e nos tem dado orgulho. Mas esta situação deixa também um certo travo de desconfiança em relação à falta de apoio para o interior. Será que o governo do Estado não pode dar uma mãozinha para o vôlei local?



Hidrômetro
Dona Regina liga para fazer uma pergunta: como é que se pede a aferiação do hidrômetro? A questão, conforme a leitora narra, é simples: houve troca do hidrômetro (para quem está em dúvida, trata-se daquela maquininha que mede o consumo de água nas casas) em sua residência. E o consumo registrado começou a subir.
A leitora conta que já ligou para a Sanepar, claro, mas não gostou da orientação. Explicaram que ela deveria realizar uma espécie de plantão em relação ao consumo, fazendo anotações periódicas e passando a informação à empresa. Para ela, é o tipo de trabalho adicional que não se justifica. ‘O que resolveria – pondera – seria a aferição da maquininha’.
Dona Regina não se queixa do atendimento da Sanepar, de modo geral. Mas entende que este tipo de procedimento padrão (o de mandar o usuário ficar vigiando o hidrômetro) é dispensável, além de aumentar o trabalho doméstico. De qualquer modo, e como afinal o negócio é tentar reduzir a despesa, ela pretende vigiar o hidrômetro para ver se consegue resolver de modo satisfatório o problema.



Segurança
O jovem Ruben Frederico, que trabalha em empresa de segurança de Piracicaba (SP), comentava a respeito da recente modalidade de crime em que marginais obrigam pessoas a tirar dinheiro em caixas eletrônicos. Ele sugeriu que os bancos criassem uma senha alternativa, uma espécie de alarme. Assim, quando uma pessoa estivesse usando o caixa eletrônico à força, ao contrário de usar o número normal digitaria a ‘senha alarme’. O sinal, naturalmente, seria levado a algum tipo de órgão de segurança, que se mobilizaria e iria em socorro da pessoa que estaria sendo vítima de algum tipo de coação.
A idéia é boa, mesmo. O problema é conseguir o órgão de segurança. A empresa em que o jovem trabalha tem este tipo de atendimento para seus usuários. E no caso se trata de residências. Se alguém quer forçar o proprietário, o uso da senha alarme mobiliza a empresa de segurança. Mas por aqui a coisa é outra. Os bancos não tem policiamento, a polícia tem pouco pessoal. Se os módulos policiais dos bairros funcionassem, seria uma alternativa: ligá-los aos caixas eletrônicos de suas áreas.



A importância da amamentação
O ato de amamentar o bebê contribui para aumentar entre três a cinco pontos o coeficiente intelectual das crianças em relação às que são alimentados com mamadeira, segundo estudo publicado na semana passada na revista American Journal of Clinical Nutrition.
A pesquisa demonstra que os bebês que se alimentam com leite materno aprendem mais rápido do que os que são alimentados com leite industrializado, destaca o professor James Anderson, do Centro Médico Chandler, da Universidade de Kentucky.
Este estudo, uma compilação de várias pesquisas sobre o tema, ‘‘confirma que os elementos nutritivos do leite materno têm efeitos altamente benéficos no coeficiente intelectual’’, destacou Anderson.
O seio oferece duas vantagens em relação à mamadeira: os componentes nutritivos, que incrementam em pelo menos 3,2 pontos o coeficiente intelectual, e os laços maternos, que o aumentam em 2,1 pontos, segundo o estudo.
Sessenta por cento do cérebro é formado por lípidios e alguns deles, essenciais, são fornecidos pela mãe durante a gravidez e no leite materno, conforme assinala o estudo.
É um argumento a mais nesta questão que vem merececendo cada vez mais atenção entre os especialistas, um retorno às origens da própria criação.

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