Dia da Árvore
]Arquivo FolhaVIDA E BELEZABem cuidadas, majestosas, elas são um sinal da vida que continuaA Autarquia do Meio Ambiente fez sua parte para celebrar o Dia da Árvore: distribuiu, ontem, 10 mil mudas de árvores nas escolas e em outros pontos da cidade. Foi além: junto com as mudas, um folheto com orientações simples para o plantio e conservação delas, garantindo assim que cresçam e se tornem frondosas.
É vital esta preocupação com as árvores. Infelizmente, porém, não há o mesmo cuidado em relação às que estão por toda parte. Londrina é uma cidade cheia de árvores, talvez das mais arborizadas do País. Mas boa parte das que estão nas calçadas, por toda a cidade, se encontram doentes. Semana passada, por causa de uma tempestade, uma árvore rachou ao meio, lá na Rua Canudos. Não tinha carro embaixo, nem veículo ou gente passando. Não machucou ninguém, não fez estrago por uma questão de sorte. Há muitas árvores em más condições e ninguém faz nada. Na verdade, o cidadão comum não pode tomar uma atitude, derrubá-la.
É preciso que haja um trabalho no sentido de cuidar das árvores doentes, cortar as que já não possam mais ser recuperadas e, naturalmente, plantar novas em seu lugar. A gente sabe que a AMA enfrenta uma série de dificuldades, a prefeitura tem poucos recursos, mas neste Dia da Árvore é bom lembrar do assunto e pedir que se faça um esforço para resolver também este sério problema.



Dúvidas
Diante do posicionamento do presidente do Sincoval, Sinézio Scudeler, que considera alto o valor cobrado na Zona Azul, ponderando entender que quem deveria pelo menos completar o gasto com a Epesmel seria a prefeitura, o leitor Rubens liga para comentar a informação segundo a qual o prefeito pretende assumir as despesas para que a fase final do pré-olímpico de futebol também se realize em Londrina. No entender do leitor, quem vai se beneficiar diretamente da disputa futebolística é o comércio: hotéis vão encher, restaurantes e lanchonetes terão muito movimento, todos os setores vão ganhar. ‘Logo – entende o leitor – eles poderiam patrocinar o evento’. ‘Com isto – completa – o dinheiro que a prefeitura iria gastar nisto poderia ser usado para ajudar a Epesmel’.
A gente sabe que o raciocínio é simplista e não esquece que a promoção do pré-olímpico tem grande retorno para o município. Entretanto, a idéia de o comércio participar do patrocínio até que é interessante. Sem dúvida, os benefícios que o setor comercial vai ter com o evento valem o gasto.

Várias
- BRONCA – Dona Marina ligou para casa a fim de se queixar de uma prática que vai se tornando corriqueira: mensagens gravadas enviadas por telefone. O telefone toca, a pessoa atende e ouve uma mensagem comercial de alguma empresa. No caso específico, ela se queixava da mensagem de um posto de combustível. Segundo dona Marina, é uma típica invasão de privacidade, um uso inadequado do telefone. Na verdade, ainda mais com a existência, pelo menos em Londrina, de telefones em abundância (um para cada 4 habitantes, em média), muitos resolveram usar o aparelho para propaganda direta. O que, sem dúvida, aborrece. Entretanto, tem um jeito de resolver o assunto: a gente atende o telefone e quando ouve que é uma dessas mensagens, desliga.
- MORANGOS – As barracas que vendem morangos na Praça Marechal Floriano Peixoto (a nossa Praça da Bandeira) continuam abertas ao público. É bom, porque já está difícil encontrar morango nos mercados da cidade. E vão prosseguir, pelo menos, até o dia 8 de outubro. Ou, como me informaram, enquanto houver morangos para vender.

Otimismo norte-americano
Os norte-americanos, otimistas por tradição, esperam progressos consideráveis para o próximo século, principalmente no âmbito da medicina e das comunicações, segundo uma pesquisa publicada semana passada pelo The Wall Street Journal.
‘‘No terreno social e político, os americanos prevêem que serão superados novos obstáculos e esperam maiores inovações na medicina e na tecnologia’’, afirmou Giselle Lederman, uma das responsáveis pela pesquisa.
Os americanos acham a medicina o setor mais promissor (46%), à frente das comunicações (34%) e educação, segundo a pesquisa do The Wall Street Journal e do programa de televisão NBC News.
Uma arrasadora maioria (85%) acredita que serão encontradas soluções para doenças como a Aids ou o câncer no próximo século.
No que diz respeito aos avanços tecnológicos, três em cada quatro americanos confiam que os veículos poderão ser programados para se movimentar de um ponto a outro sem motorista.
Dois terços dos americanos consideram que a Internet acabará tendo um papel preponderante nos lares em detrimento da televisão, e dois terços aventuram que o homem será clonado.

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