GRD no Catuai
DivulgaçãoBELEZAAs atletas apresentaram um espetáculo de beleza e encatamentoAs nossas campeães pan-americanas de Ginástica Rítmica Desportiva, que encantaram e deram tanta alegria a todos nós, agora de volta à terra fizeram uma apresentação especial, na semana passada, na praça de Eventos do Catuaí, a primeira apresentação aberta ao pública das duas coreografias com as quais conquistaram o prêmio máximo em Winnipeg, Canadá.
Como é fácil perceber, ‘ao vivo’ é muito mais bonito e emocionante que pela telinha da TV – mesmo que a gente tenha uma televisão com tela de 29 polegadas. Os presentes se encantaram com a graça e o encanto das nossas atletas que, depois da apresentação, juntamente com a técnica, participaram de uma sessão de autógrafos aos fãs, mostrando que além de excepcionais na arte que apresentam são, também, pessoas fantásticas.
As jovens receberam, ainda, uma homenagem especial do poeta e cantor Jorge Neves, que escreveu uma bela poesia sobre elas e seu feito. Ele entregou a elas quadros artisticamente confeccionados, com a poesia, graças ao apoio que recebeu da prefeitura.
Bárbara Laffranchi (a técnica), Camila Ferezin do Amarante, Alessandra Ferezin Guidugli, Dayane Camillo, Flávia Faria, Juliana Cordine e Michele Salzano merecem, sem dúvida, o carinho e o reconhecimento de todos nós.



Prejuízo
O senhor Paulo, que trabalha na Farmácia Drogamais do Bosque, na esquina das ruas Pará com São Paulo, esteve aqui para fazer uma queixa sobre o prejuízo que o estabelecimento vem sofrendo devido à falta de um local para estacionamento dos clientes. Ele contou que havia um espaço destinado aos clientes, para estacionamento, na Avenida São Paulo. Depois, com a mudança levada a efeito na área, no ano passado, alguém da Comurb ligou para perguntar sobre o melhor local, levando em conta as alterações, para um novo estacionamento privativo. Os responsáveis pela farmácia informaram que seria bom para eles na Rua Pará.
Acontece que, como o sr. Paulo revelou, até agora não foi estabelecido um novo local para estacionamento para a farmácia. Ele diz que já houve várias tentativas de conseguir uma solução para o assunto, mas que as ligações feitas para a Comurb não encontram resposta. ‘Um empurra para o outro’, ele disse. E assinalou que a farmácia teve uma queda de movimento entre 30% e 40% em virtude desta situação. É um pedido justo até porque isso ajuda também o usuário.

McDia Feliz
Durante quase todo o mês de agosto, não apenas comentei mas estimulei o McDia Feliz, promoção do McDonald‘s em benefício dos hospitais que atendem crianças com câncer, em todo o Brasil. Recebi, agora, o balanço final da promoção deste ano, realizada dia 21. Naquele dia, foram vendidos, nas duas lojas do McDonald‘s em Londrina, 6.860 BigMacs. O valor arrecadado com a promoção, em Londrina, juntando os sanduiches e as camisetas da campanha, passou um pouco dos 20 mil reais e superou o total conseguido no ano passado, que foi de 18.500 reais. O valor, descontados os impostos, será repassado para o Instituto do Câncer de Londrina.
Em todo o país, foram vendidos mais de 1.439.000 sanduiches, com uma arrecadação superior a 3 milhões e 781 mil reais, dinheiro que vai ser distribuido entre 56 entidades que atendem portadores do câncer, no Brasil todo.
Está mesmo no esquema que citei recentemente: uma campanha inteligente em que as pessoas ajudam quase sem perceber. Com certeza, as crianças doentes agradecem.

Problemas da obesidade
A obesidade é prejudicial à saúde, e também à economia dos Estados Unidos, já que as empresas americanas perdem ou por ter de investir em tratamentos médicos ou pela menor produtividade de seus empregados obesos. Segundo um informe da Associação da Saúde dos EUA, os norte-americanos com excesso de peso passaram de 46% em 1970 para 54% em 1998. Em 1998, 97 milhões de americanos foram classificados como ‘‘obesos’’. ‘‘É claramente uma epidemia’’, diz a presidente do Instituto Nacional para o Controle e a Gestão da Saúde.
Tudo isso repercute na economia americana. Segundo um estudo da Universidade de Virgínia, as companhias americanas gastaram em 1995 US$ 100 milhões em tratamento médico para seus empregados obesos. Pelo mesmo motivo, perderam US$ 40 milhões em produtividade.
‘‘A comida é apetitosa e fácil de cozinhar. Todos trabalham em escritórios, consumindo cada vez menos energia e comendo cada vez mais’’, comentou Xavier Pi-Sunyer, diretor do Centro de Investigações sobre Obesidade do Hospital St. Luke, de Nova York.
O que não falta, entretanto, são possíveis soluções para o problema. Existem desde programas de ginástica que a companhia prepara para cada empregado até incentivos para quem emagrecer.

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