Praça Londrina (Estélio Feldman)
Horário dos bancos
Arquivo FolhaFILANa frente de vários bancos, a longa espera pela abertura às 11 horasAté agressivamente, um leitor me procurou para perguntar por que é que não se comenta mais sobre o horário dos bancos. Ele disse que além de considerar um absurdo que os bancos só abram para os clientes das 11 às 16 horas quando tudo começa a funcionar às 8 horas e vai até às 18 horas fica indignado com as filas que se formam todas as manhãs, nas portas dos estabelecimentos. Para piorar ele disse as máquinas que existem por ai e que deveriam facilitar o trabalho de quem precisa de alguma coisa, pifam, estragam, deixam o usuário na mão. E o que sobra para a gente é engolir tudo. O leitor chegou a fazer insinuações sobre os motivos pelos quais o assunto não tem sido comentado há algum tempo.
Na verdade, o motivo principal de a questão não estar sendo colocada com mais frequência é a falta de reclamação dos leitores. Apesar de recente crítica relativa à repetição de temas aqui, mantive então (e agora) a intenção de repetir sempre as broncas, desde que venham do leitor que é o dono deste espaço. Concordo plenamente com o reclamante. Entendo que os bancos deveriam funcionar em horário normal, como o do comércio. Facilitaria as coisas para os usuários. E creio que se houvesse manifestações mais constantes, reclamações frequentes, pressão sobre as autoridades, esta situação poderia mudar. Sem broncas, infelizmente, nada se altera entre nós.
Albergue apela
A vice-presidente da Sociedade Espírita que mantém o Albergue Noturno de Londrina e o Lar Gilda Marconi, dona Maria Júlia Dutra Barros, está pedindo a doação de 50 sacos de cimento para a conclusão das obras de reforma no Albergue. Também pode ser resto de cimento. O que importa é que precisamos concluir a reforma, diz Maria Júlia.
Segundo ela, o dinheiro acabou e não é possível terminar as reformas sem o apoio da comunidade. Se não puder ser em cimento, as pessoas podem fazer a doação em dinheiro. Com o dinheiro, a gente compra o material e também pode fazer o pagamento da mão-de-obra, explica.
O trabalho social que o Albergue realiza é de inestimável valia. Um elevado número de pessoas carentes tem sido atendido ali, nos quase 50 anos de existência da entidade. Tenho plena convicção de que mais este apelo do Albergue vai ser atendido pelos londrinenses que reconhecem o trabalho ali desenvolvido.
Dona Maria Júlia informa que se as pessoas não puderem levar o material ou o dinheiro até o Albergue Noturno, uma equipe se encarrega de buscar. É só ligar para (43) 329-0277.
Sanepar explica
A assessoria de imprensa da Sanepar enviou nota para esclarecer duas reclamações apresentadas por leitores durante a semana passada.
Em relação à leitora que reclamou da obrigatoriedade de realizar a interligação da rede interna na rede de esgotos da Sanepar, a nota informa que esta é a norma em vigor sobre o assunto. Quer dizer, a Sanepar deixa a rede externa pronta e o usuário faz a ligação de sua casa. Ao que parece, o mesmo que ocorre em relação ao telefone: o usuário tem que fazer a ligação interna em sua casa. E assinala, ainda, que a viabilização da rede de esgoto só é possível em função da venda antecipada de ligações e da perspectiva imediata de utilização do serviço.
Quanto à outra reclamação da moradora no Jardim Paraíso, dona Maria José, que protestou porque o esgoto não chegou à rua em que mora, a assessoria da Sanepar está pedindo que a reclamante compareça ao setor de Atendimento ao Público, na Avenida Higienópolis, 1.527, a fim de que, no contato direto, seja possível encontrar o melhor encaminhamento para a questão.
Vacina contra peste
Cientistas do exército britânico anunciaram a realização de testes em uma vacina, resultante de uma pesquisa genética destinada a proteger os soldados da peste bubônica em caso de guerra bacteriológica. A vacina, elaborada por pesquisadores do centro militar de Porton Down (região central da Grã-Bretanha), está atualmente em fase de desenvolvimento particularmente avançada. Além das forças armadas britânicas, a vacina também estará disponível para os civis que estão nas regiões em que a peste está presente, continuou o diretor técnico do projeto, Rick Hall, em entrevista à rádio BBC.
Entre mil e dois mil novos casos de peste bubônica são registrados por ano no mundo.
O Ministério da Defesa informou a realização de experiências sobre armas químicas e bacteriológicas por medo de que alguns países, como o Iraque, desenvolvam novas técnicas neste setor.
Genewatch UK, organização que vigia o desenvolvimento de organismos geneticamente modificados, se declarou contra as pesquisas sobre a vacina.
O centro de Porton Down faz experiências sobre vários organismos muito perigosos, entre eles o da gangrena gasosa infecção caracterizada pela produção de gases nos tecidos , advertiu.





