Apoio ao esporte
Arquivo/FolhaMais festaRecepção, igual a dos canoístas, vai se repetir dia 31, com ElisângelaNa carta que escreveu, destacando a recepção às atletas de GRD de Londrina, que ganharam ouro no Pan-Americano, a leitora Aline Batista de Araujo faz outras importantes e oportunas considerações:
‘Espero – assinala em certo trecho – que após essa boa campanha dos atletas londrinenses que orgulharam nossa cidade, o esporte londrinense cresça, tenha mais atenção, apoio e, como prefeito Antônio Belinati (PFL) disse em seu discurso, que ele realmente invista mais no esporte, mas de modo geral, e que a Fundação do Esporte que ele pretende instalar seja o futuro de grandes e talentosos atletas’.
Aline insiste em que ‘as universidades de Londrina também devem apoiar o esporte amador’, lembrando o que a Unopar faz pela GRD, ‘assim como os clubes, autoridades e principalmente empresas da região, que devem patrocinar atletas e equipes, pois sem ajuda é difícil seguir uma carreira no meio esportivo’.
Entusiasmada com os resultados de vários esportes, Aline não esquece aquele que mais aprecia, o vôlei, e lembra, em um P.S. que vai estar esperando a jogadora de vôlei Elisângela, no aeroporto, dia 31, ‘e espero que ela seja recebida com a mesma festa tributada às ginastas’. A londrinense Elisângela volta no fim do mês depois da participação brasileira no Grand Prix que se disputa na Ásia.

Pedidos
- O leitor Eduardo Alberto faz um apelo às autoridades diante do que está acontecendo no Lago Igapó 2. Ele afirma que as pessoas estão maltratando os jacarés que existem ali, uma atitude realmente inaceitável, e pede proteção para eles.
- Já dona Maria Nóbrega faz um pedido curioso: ela disse que precisa entrar em contato com o gerente regional da agência 0189 do Banco Real. Tentou várias vezes, sem sucesso. Então deixa o telefone para que aquele funcionário do estabelecimento fale com ela: é 322-52-58.
- E o Jorge veio pedir que fizesse uma nota elogiando o atendimento dado pelo plantão odontológico da UEL, que funciona no centro, junto ao Hugo Simas. Conta que foi atendido durante uma madrugada, com a maior atenção e sem ter de pagar nada. Destaca que só quem enfrenta uma dor de dentes, de madrugada, sabe como é importante saber que existe um lugar que atende a qualquer hora do dia ou da noite.
- Produtores de morango pedem que eles continuem vendendo o produto em barracas instaladas na Praça Marechal Floriano Peixoto, no centro.

Coletivos
A tarifa dos coletivos urbanos subiu. Mas, conforme foi antecipado, não no percentual proposto pelas empresas que realizam o serviço. De R$ 0,80, a passagem foi para R$ 0,90 centavos. Menos salgado que os R$ 1,12 pedidos, mas mesmo assim um aumento que vai pesar no bolso do usuário, até porque os salários, de modo geral, não estão acompanhando as elevações que vêm se sucedendo, especialmente em itens vitais para a população, como as tarifas públicas e – no caso – passagens de ônibus.
As empresas alegam, entre outras coisas (como a alta dos combustíveis) que tem havido queda no volume de pessoas transportadas. É provável que este dado deve-se alertar mais a elas: a questão é que com tarifas mais caras, o usuário vai tendo de usar alternativas, inclusive andar a pé, se possível. Com este novo reajuste, pode cair o número de passageiros, efeito natural de uma situação difícil que faz o brasileiro enfrentar mais sacrifícios pessoais para suportar a crise com que está se defrontando. Embora a alta tenha sido bem menor do que a pretendida, vai dificultar a vida de muita gente.

Bactéria perigosa
A bactéria que ‘‘come carne’’, causa de raras e graves infecções que além do risco mortal deixa sequelas estéticas ou funcionais como a amputação, pode ser transmitida por uma mordida humana, como pôde constatar na ‘‘própria carne’’ um jovem alemão que participava da festa da cerveja em Munique’’, segundo a revista médica The Lancet. A desagradável experiência do jovem de 28 anos que foi ‘‘mordido na coxa por uma desconhecida, enquanto dançava sobre uma mesa na Oktoberfest’’ (que reúne anualmente 7 milhões de visitantes) é um caso muito raro, mas não é o único, afirmam cientistas alemães na revista britânica.
Nesta revista os estudiosos referenciam dois casos de transmissão da bactéria – o estreptococo ‘‘A’’– por mordida humana, um dos quais no pênis.
As mordidas humanas frequentemente podem ser mais perigosas do que as de animais, afirmam o Dr. Andreas Sing (do Instituto de higiene e microbiologia Max von Pettenkofer) e seus colegas (da clínica de cirugia Rinekert), que alertam sobre o risco de infecção em feridas já que a saliva humana pode conter, entre outros, estafilococos dourados.
A bactéria é conhecida há algum tempo e já se sabe que penetra através das mucosas ou da ferida da pele para se instalar no tecido subcutâneo, de onde se espalha por via sanguínea pelo organismo do infectado.

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