Praça Londrina (Estélio Feldman)
Tarifa dos ônibus
Arquivo FolhaREAJUSTEEm pouco tempo, andar de ônibus custará mais caro para a populaçãoCuriosa a reação de um leitor diante da notícia: O ônibus vai subir para R$ 1,12, disse ele, assustado. Na verdade, não é bem assim. As empresas que operam o serviço é que protocolaram pedido de reajuste para a Comurb, estabelecendo o valor que assustou o leitor. Vai depender agora é da Prefeitura, através de seus órgãos competentes, determinar se a alta é justificada e qual o percentual do reajuste.
Como um dos responsáveis pelo serviço já considerou que o reajuste é necessário, então já se pode antecipar que o aumento virá. Dificilmente, porém, atingirá o nível solicitado. As empresas que operam o serviço assinalam que a tarifa em Londrina deve ser mais elevada do que a de Curitiba (que está em 90 centavos). Afirmam que a tarifa integrada justifica isso. Parece estranho ao usuário, como também é curioso ver que as empresas que operam o serviço apresentam planilhas idênticas. Enfim, são mistérios que o comum dos mortais não entende.
Resta a realidade da situação: com efeito, tudo subiu ultimamente. Mas seguramente o salário dos usuários do transporte coletivo não subiu 40% (que é o reajuste pedido) no período. O aumento, qualquer que seja, será mais um peso no bolso (e na vida) da população.
Lâmpadas
Não sei se vocês lembram, mas há algum tempo comentei aqui a mudança feita nas lâmpadas com a suspensão da produção daquelas de 127 volts. Agora vem a notícia de que a General Electric, Phillips, Osram e Sylvania foram multadas pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) devido a isso.
A Associação Brasileira das Indústrias de Iluminação (Abilux) vai apelar, porque alega que tudo foi feito em obediência às normas técnicas exigidas no País pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Não estranhem, mas concordo com as empresas. De fato, pelo que se informou, a mudança, que tirou do mercado as lâmpadas de 127 volts, foi feita conforme determinação da ABNT. E provocou muitos prejuízos ao consumidor já que as lâmpadas de 120, atualmente à venda, duram menos e consomem mais.
Isso, porém, é o que menos importa. O que vale é que foi estabelecida norma para que voltem a ser produzidas as lâmpadas de 127 volts, o que garante o fim do prejuízo para o consumidor.
McDia Feliz
É só mais um lembrete: amanhã realiza-se em todas as cidades que possuem lojas do McDonalds o McDia Feliz. Durante todo o dia, o valor arrecadado com a venda do sanduiche Big Mac reverte para hospitais que atendem crianças vítimas de câncer. Em Londrina, a arrecadação vai para o setor pediátrico do Instituto de Câncer.
Para estimular mais o público, haverá uma série de atrações na Praça de Alimentação do Catuai Shopping, com apresentações de artistas e conjuntos, tudo para motivar ainda mais o público.
Quando insisti junto a uma pessoa para não esquecer da data, ela me informou que não gosta do sanduiche. Então disse a ela o que passo a vocês: se não gosta do Big Mac, não precisa consumi-lo. O importante é comprá-lo. Depois, pode dá-lo para alguém sempre há quem goste ou que, com fome, vai apreciar com o que haverá uma dupla vantagem: a campanha McDia Feliz terá mais sucesso e algumas pessoas vão poder comer um lanche diferente neste dia. Enfim, o negócio, amanhã, é comprar Big Mac, no Catuai ou na Avenida Higienópolis.
Bactéria perigosa
A bactéria que come carne, causa de raras e graves infecções que além do risco mortal deixa sequelas estéticas ou funcionais como a amputação, pode ser transmitida por uma mordida humana, como pôde constatar na própria carne um jovem alemão que participava da festa da cerveja em Munique, segundo a revista médica The Lancet. A desagradável experiência do jovem de 28 anos que foi mordido na coxa por uma desconhecida, enquanto dançava sobre uma mesa na Oktoberfest (que reúne anualmente 7 milhões de visitantes) é um caso muito raro, mas não é o único, afirmam cientistas alemães na revista britânica.
Nesta revista os estudiosos referenciam dois casos de transmissão da bactéria o estreptococo A por mordida humana, um dos quais no pênis.
As mordidas humanas frequentemente podem ser mais perigosas do que as de animais, afirmam o Dr. Andreas Sing (do Instituto de higiene e microbiologia Max von Pettenkofer) e seus colegas (da clínica de cirugia Rinekert), que alertam sobre o risco de infecção em feridas já que a saliva humana pode conter, entre outros, estafilococos dourados.
A bactéria é conhecida há algum tempo e já se sabe que penetra através das mucosas ou da ferida da pele para se instalar no tecido subcutâneo, de onde se espalha por via sanguínea pelo organismo do infectado.





