Praça Londrina (Estélio Feldman)
Dia de comer Big Mac
Arquivo FolhaDIA DE LANCHESábado é dia de ir ao McDonalds para participar do McDia FelizPara que ninguém esqueça: no próximo sábado, será realizada em toda a rede McDonalds do país o McDia Feliz 99. Na data, todo o dinheiro arrecadado com a venda de sanduiches Big Mac, descontando os impostos, é destinado a entidades que cuidam de crianças com câncer, em todo o Brasil. No ano passado, o McDia Feliz arrecadou, no país inteiro, 3,2 milhões de reais. Em Londrina foram vendidos 7.820 lanches, representando a doação de pouco mais de 18 mil reais para a ala infantil do Instituto de Câncer de Londrina.
Esta é uma típica demonstração de uma campanha comercial que acabou se tornando em um evento comunitário. Para o McDonalds, naturalmente, representa uma promoção que, porém, acabou se tornando em algo mais grandioso, garantindo o interesse de muitos e dando uma dimensão realmente social à promoção.
As crianças gostam de ir ao McDonalds que, inclusive, tem servido para muitas festas de aniversário. Com a campanha, há uma interação maior, porque o objetivo é dar recursos a hospitais que cuidam de crianças com o câncer. Quando a gente sabe que são diagnosticados, no Brasil, entre 8 e 9 mil casos por ano de câncer infantil, e que 60% a 70% das ocorrências são curáveis quando tratados adequadamente, é fácil ver o alcance do apoio que se dá a entidades que atendem menores com a doença.
Denúncia
Através de um e-mail, o senhor Mario Tomio Kaneta faz uma séria denúncia. Conta que há uns seis meses, o IPPUL efetuou mudanças na Rua Professor João Cândido com a Avenida J.K. Dentre as melhorias introduzidas, destacavam-se as placas de proibição de estacionamento no lado esquerdo e faixa amarela em toda aquela extensão. A alteração vigorou por dois ou três dias, voltando a situação anterior, ou seja os veículos voltaram a estacionar no lado esquerdo da rua, tendo sido as placas retiradas e as faixas amarelas apagadas. No ínicio da semana passada, entrei em contado com o IPPUL devido a uma situação caótica no local. Expus a situção e, inclusive, lamentei sobre o cancelamento da melhoria efetuada na referida rua. A funcionária que atendeu informou, após consultas, que conforme um diretor, o IPPUL não tinha cancelado melhorias efetuadas e deu a entender que a mudança teria sido efetuada pela COMURB, sem o conhecimento do IPPUL.
Se você me perguntar qual interesse da COMURB nessa história, diria que é para poder estacionar veículos de seus funcionários, completa o leitor.
Reclamações
- Um leitor veio ao jornal para reclamar de uma atitude, no mínimo estranha, do Cartório de Protestos da Vila Casone. Conta que foi pagar um título ali, sendo informado que tinha de pagar em dinheiro. E, no total, teve de pagar também uma taxa referente à CPMF. Cobrar CPMF, chamado imposto do cheque, em pagamento em dinheiro fica meio esquisito, comentou.
- Do senhor Fernando uma queixa inquietante: contou ele que ligou domingo à noite para o TEC, a fim de pedir uma ambulância. Foi informado que havia problemas na sede do TEC, devido à falta de luz. Segundo disseram, nem velas havia para anotar o endereço e mandar ambulância. Para o leitor, uma situação verdadeiramente absurda.
- Motoristas continuam a desobedecer, ostensivamente, as placas que proibem a conversão à esquerda em vários pontos da Higienópolis e da JK, o que aumenta o rísco de acidentes. A falta de policiamento naquelas artérias ajuda muito este tipo de infração. Alguns leitores reclamam que os guardas de trânsito municipal estão em toda parte. Pena que não estejam naquelas avenidas para coibir este tipo de abuso.
Prejuízos do eclipse
Empresários e trabalhadores braçais, funcionários públicos e juízes, até mesmo os operadores do mercado financeiro, todos, na Europa, abandonaram suas tarefas para observar o último eclipse solar total do milênio. O espetáculo no céu, que atraiu multidões, resultou num breve intervalo no horário do expediente e, principalmente, na paralisação momentânea da atividade econômica.
Na Grã-Bretanha, o evento do último dia 11 significou uma perda de produtividade de até US$ 800 milhões, de acordo com os cálculos da Câmara de Comércio e Indústria de Londres. Foi uma boa desculpa para sair do trabalho, disse Paul Wager, um pintor comercial londrino.
O eclipse foi visto por volta das 11h19 (hora local) da manhã no centro de Londres, onde uma multidão já aguardava pelo espetáculo havia pelo menos meia hora. Milhares de pessoas lotaram as ruas do distrito financeiro, forçando o fechamento da ponte Southwark, sobre o Rio Tâmisa. Nos edifícios comerciais, as pessoas subiram aos telhados e saíram nas sacadas e os operários dos canteiros de obras pararam os trabalhos para observar o eclipse.
Também as transações no mercado de futuros e na bolsa de valores de Londres foram afetadas. Após às 11h15 da manhã foi registrada uma forte queda no volume de negócios, que chegou a cair 70%, antes de voltar a crescer após o término do eclipse.





