Praça Londrina (Estélio Feldman)
Táxis na Rodoviária
Arquivo FolhaMOVIMENTOUsuário da Rodoviária deve ter também facilidade para voltar para casaO leitor Márcio Augusto Nascimento envia e-mail revelando toda sua irritação com o que está acontecendo no Terminal Rodoviário de Londrina. E explica: A pessoa chega cansada da viagem e é obrigada a esperar cerca de trinta minutos para conseguir pegar um táxi. Forma-se uma fila enorme e ainda com o incômodo de todos estarem carregando malas, sacolas, pacotes, além das mães com crianças de colo.
Para apressar o meu retorno para casa - continuou a mensagem de Márcio - tive que chamar, por telefone, um táxi através do serviço de radiotáxi. Dai, um senhor que se dizia fiscal do Sindicato dos Taxistas disse que iria multar o motorista a quem chamei por telefone! É patética a atitude dos taxistas do Terminal Rodoviário, pois não dão conta do serviço e impedem que outros colegas possam trabalhar, e quem é prejudicado no final das contas somos nós os usuários.
Completando, o leitor pede que a prefeitura, que regulamenta a atividade de taxistas, interfira nesta bagunça. E assinala: Eu, da minha parte, vou boicotar os táxis da Rodoviária enquanto perdurar essa situação ridícula.
Absolutamente correta a postura do leitor. Na Rodoviária, como em qualquer parte, o cidadão tem que fazer valer seu direito. E, no caso, o direito dele é o de ter condução fácil para se locomover. Inadmissível manter privilégios sem dar conta do trabalho.
Doações de livros
Semana passada, sugeri que fosse feita uma campanha de doação de livros para a nossa Biblioteca Pública Municipal. Logo em seguida, recebi uma sugestão no sentido de pedir que quem resolvesse doar livros tivesse o cuidado de levar exemplares em condições adequadas.
Parece incrível mas é verdade: tem gente que resolve limpar a casa e ao contrário de jogar fora coisas em precário estado, resolve doá-las, seja roupas, utensílios domésticos ou livros. Ora, coisa que a gente vai jogar fora não é para dar para ninguém.
Doar livros, como doar qualquer coisa, constitui uma ação meritória. Mas é certo que não é sequer imaginável entregar como doação alguma coisa em mau estado. No caso dos livros, se estão sem conservação, sujos, faltando páginas, o melhor é jogar no lixo ou vendê-los como papel velho. Rende pouco, mas não dá trabalho a quem os pode receber como doação.
Insisto: vamos doar livros para a Biblioteca. Mas que tenham condição de uso, o que aliás revela o amor que se deve ter para com eles, que sirvam mesmo para dar satisfação a novos leitores.
Diversas
- BURACOS - Leitor liga para comentar que o asfalto das ruas está em precário estado em vários pontos da cidade. Entre outros, cita trechos na Avenida Tiradentes, no Jardim Europa e nas proximidades da Arel. De um modo geral, afirma, a maioria dos buracos resulta de obras feitas nas ruas sem a devida complementação e reparo posterior.
- INSEGURANÇA - Continuam a chegar reclamações a respeito da falta de segurança em quase toda a cidade. Pequenos, médios e grandes assaltos deixam as pessoas assustadas. O povo exige e merece segurança.
- CELULAR - O sr. Lemilton ligou para comentar sobre problema que teve com a fatura do seu celular, da Telepar. Disse que ficou ligando 4 dias para a empresa, sem ser atendido. Só ouvia o recado da secretária eletrônica, informando que no momento não podemos atender, por favor tente de novo. Para o leitor, no mínimo o atendimento deveria ser humanizado.
- LIXO - Uma leitora contou que reclamou da sujeira em uma praça. E advertiu: Vou reclamar na Praça da Folha. Dia seguinte, ela revelou, foi feita total limpeza no local.





