Praça Londrina (Estélio Feldman)
Vestibular chegando
Arquivo/FolhaMovimentoOs vestibulandos movimentam as universidades e também toda a cidadeCom as férias escolares, muda o panorama na cidade. Há menos movimento de carros, as escolas ficam fechadas, não se vêem crianças e jovens pelas ruas com livros ou material debaixo do braço. Mas este clima vai se alterar de novo porque estão chegando os vestibulares de inverno que trazem milhares de pessoas para a cidade.
No fim de semana, começa o vestibular da UEL. Depois, vem o da Unopar. E para disputar os ambicionados lugares no curso superior, os jovens virão de muitos Estados do País, trazendo seus temores, esperanças e sonhos. Ocupam quase todos os espaços, enchem hotéis, pensões, casas de amigos e conhecidos. E também aumentam o movimento do comércio, lotando bares, restaurantes, casas de espetáculo. Um dos pontos prediletos, o Catuaí, deve ficar entupido no fim de semana. Os vestibulandos representam um importante aumento no movimento comercial da cidade.
A gente pode considerar esta visão um pouco cínica. Mas é real. Os vestibulandos substituem os estudantes, neste período, e reativam a atividade comercial na cidade. Atraem milhares para Londrina, sendo que muitos deles vão acabar ficando por aqui, pelo menos nos próximos 3 ou 4 anos. Um bom exemplo dos tempos que correm: um fato cultural transformado em evento importante para o comércio.
Combustíveis
O fotógrafo Dorico da Silva deu uma de repórter pesquisador e informou: dois postos vendem o álcool mais barato, atualmente, em Londrina: um, na rua Maringá, o outro na Avenida Celso Garcia Cid, esquina com Duque de Caxias, ambos cobrando 47 centavos o litro. Quanto à gasolina, ele não concluiu a pesquisa (quanto o fizer a gente informa), mas disse que até agora só encontrou preços acima de 1 real.
Nesta nova era de concorrência, pesquisar preços não é só importante, é vital. Claro, no que diz respeito aos combustíveis, tem também a questão da qualidade. As autoridades inclusive já fecharam algumas bombas, por comprovação de adulteração no combustível. Isto porém não aconteceu nos postos que, conforme o informante, vendem o álcool mais barato, o que é uma garantia para o consumidor.
Nesta era em que se busca a estabilidade e quando se leva em conta, principalmente, o fato de que o salário do brasileiro não está subindo tanto quanto combustíveis e outros ítens, procurar o produto mais barato se converte quase em uma questão de sobrevivência.
Trânsito
Com o conhecimento de quem está em Londrina há mais de 50 anos, enfrentando por longos anos o trânsito conturbado da cidade (e de todo o Paraná) o antigo companheiro do jornal, Alexandre Rocha Filho, que a maioria chama de Mineiro, comentou taxativo: Nunca o trânsito esteve tão bem organizado em Londrina, como agora. Rocha Filho ponderou que acredita que isto se deve, principalmente, ao fato de o responsável pelo Ippul ser um engenheiro, o senhor Mário Stamm Júnior, que é também uma pessoa preocupada em encontrar soluções adequadas diante de problemas muito complicados.
De fato, não é fácil solucionar os problemas de Londrina. São ruas estreitas e um volume cada vez maior de veículos, devendo-se levar em conta, também, a falta de educação de boa parte dos que os conduzem. Para o Mineiro, em meio a tudo isto, o Ippul tem encontrado boas e inteligentes soluções, garantindo melhorias para o trânsito e oferecendo, no entender dele, a melhor situação já observada no setor há muitos anos. O que falta é que os motoristas acompanhem isto.
Aumenta presença da Internet
Mais de 40% das famílias americanas possuíam um computador e 25% estavam ligados à Internet ao final de 1998, mas as disparidades entre alguns grupos demográficos e as regiões persistiam e em vários casos aumentaram, segundo um estudo do Departamento de Comércio. No final do ano passado, 94,1% das famílias tinham telefone.
Ao mesmo tempo em que nos anima o imenso crescimento de acesso dos americanos às tecnologias da informação, as disparidades crescentes entre alguns grupos e regiões são alarmantes, informou William Daley, secretário do Comércio. Entre 1997 e 1998, a diferença entre os americanos que têm o mais alto nível de educação e aqueles com o mais baixo nível cresceu 25% para o acesso às tecnologias da informação. Esta diferença aumentou 29%, segundo o critério do dinheiro, isto é, entre os que ganham mais dinheiro e os que ganham menos.
A população branca tem mais acesso à Internet em suas casas que os negros e os latinos a partir de outros lugares. As diferenças entre as famílias negras e latinas em relação às de origem asiática ou da região pacífica, mais favorecidas, também são importantes, segundo o Departamento do Comércio. Por último, as regiões rurais têm menos chance de estar ligadas à rede que as zonas urbanas, seja qual for o nível de renda.





