‘Guerra nas estrelas’ atrai
Arquivo/FolhaInteresseFila para ver o ‘Titanic’. Com ‘Guerra nas estrelas’ a cena se repeteLondrina repete o que está acontecendo por toda parte: o filme ‘Guerra nas estrelas’, em exibição no Catuaí e também no centro, está atraindo o público. Assim como aconteceu com ‘Titanic’, formam-se longas filas antes das sessões, com um público muito variado.
Felizmente, foram inauguradas mais duas salas (grandes) no Catuaí. Se isto não tivesse acontecido, a situação poderia ser mais complicada. Com mais oferta, há um atendimento maior.
Os entendidos não acreditam que ‘Guerra nas estrelas’ supere ‘Titanic’ nas bilheterias mundiais. Mesmo assim, tem um grande atrativo e enche cinemas. Há também, atualmente, outros atrativos nos cinemas locais. ‘A Múmia’ está fazendo boa carreira e o lançamento, esta semana, do desenho animado ‘Tarzan’ vão atrair ainda mais gente.
Diante do investimento feito para a oferta de mais duas salas e com o anúncio de novos cinemas no shopping que vai se abrir no centro, o que está acontecendo é muito bom e evidencia que existe público para o cinema, basta que se ofereçam boas atrações.
Como há outros interessantes lançamentos previstos, nas próximas semanas, é de crer que se vai ver muita fila diante dos cinemas, ainda mais porque estamos em julho, com as férias escolares de inverno deixando muita criança sem ter o que fazer.



Interurbano
Amanhã começa o novo sistema de Discagem Direta a Distância, com a introdução de mais dois dígitos para quem vai fazer interurbano. Vai ser preciso escolher, no caso londrinense, entre a Embratel, 21, e a Sercomtel, 43.
A concorrência, pelo menos por enquanto, na Região 2, que inclui Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Rondônia e Acre será somente entre duas operadoras.
Quem for fazer ligações daqui para outras cidades do Paraná (incluindo os distritos de Londrina e Tamarana) e para os demais Estados da região 2 pode optar: abre a ligação discando zero com 21 ou zero com 43, seguido do código nacional da localidade (menos o zero) e do número do telefone. Nas ligações para os demais Estados, deve ser usado o código 21, da Embratel, que só passará a ter outra concorrência quando a Bonari (código 23) entrar em operação, mais para o fim do ano.
Para o usuário, é importante ficar atento para ver qual a vantagem entre uma e outra. A concorrência maior deve ser em relação ao preço, mas é também bom analisar a qualidade do serviço.
No começo, sem dúvida, vai haver confusão. A Sercomtel colocou à disposição dos usuários o telefone 102, que será atendido pelas operadoras de telemarketing da Companhia Nacional de Call Center, para dirimir dúvidas.

Cruzamento perigoso
Ontem pela manhã, uma leitora, dona Cláudia, ligou para falar sobre o cruzamento entre as ruas Raposo Tavares e João Cândido, ‘onde ocorre uma média de 5 acidentes por semana’, afiançou. Ontem mesmo, segundo disse, aconteceu um choque violento ali.
O trecho é movimentado. Os veículos saem da Av. Bandeirantes, demandando o centro. E, conforme a leitora, passam correndo por ali. Para piorar as coisas, a visibilidade para o trânsito não é das melhores. Ademais, tem gente que usa a Raposo Tavares como alternativa para fugir aos semáforos que existem na JK. Somando tudo, o que se tem é uma esquina perigosa.
Dona Cláudia revelou que estava ligando para a Comurb, que fica bem perto, para pedir providências. Como, segundo entende, a situação é grave e reclama uma solução urgente, ela completou a idéia ligando também para o jornal.
Existe sinalização ali, mas pelo visto não está funcionando. A impressão é a de que também naquele cruzamento uma coisa que poderia funcionar seria um semáforo. Talvez não evitasse todos os acidentes (ontem de manhã, aconteceu um choque de veículos bem na esquina de JK com Mato Grosso, onde existe um semáforo) mas sem dúvida poderia reduzir um pouco a estatística citada pela leitora.

Espaço poluído
Os fragmentos de veículos espaciais e os pedaços de foguetes e satélites ‘‘mortos’’ em órbita ao redor da Terra preocupam cada vez mais os especialistas, que consideram esse lixo espacial um grave problema das próximas décadas. ‘‘Cerca de duas mil toneladas de dejetos giram em torno da Terra’’, declarou Pierre Moskowa, diretor de técnicas espaciais do Centro Francês de Estudos Espaciais (CNES), ao terminar uma reunião de trabalho com a participação de especialistas de diferentes organismos interessados nesse problema.
Nove mil objetos com mais de 10 cm de diâmetro, 110 mil, entre um e dez centímetros, e 35 milhões com menos de um centímetro, poluem o espaço em torno da Terra. Estes restos procedem de satélites cuja vida útil acabou, de foguetes que permanecem em órbita depois de terem lançado os satélites que transportam e que se desintegram e às vezes se chocam entre eles, multiplicando o número de resíduos.
À velocidade com que estes objetos se deslocam em órbita (cerca de 28.000 km/h), até mesmo um minúsculo resíduo se converte num terrível projétil.
Dada a imensidão do espaço, por ora só existem riscos limitados, e a possibilidade de perder um satélite ou outro por causa de um choque desses objetos é calculada em um em dez mil.

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