Rogério, o nosso campeão
Arquivo/FolhaCampeãoRogério Romero, na piscina, uma vida de grandes sucessos pelo BrasilO londrinense Rogério Romero não estará presente nos Jogos Pan-Americanos deste ano, ele que desde 1987 representou o Brasil naquela disputa. Rogério, que os familiares e amigos chamam de Pio, também já disputou três Olimpíadas (Seul, Barcelona e Atlanta), sem contar tantos outros torneios em que levou com galhardia o nome do País e alegrou a todos nós nesta Londrina que ele elevou com sua garra, sua disposição, sua vontade, seu talento.
Depois de tantos anos, tanto sacrifício, tantas dificuldades, pode ser que Rogério resolva encerrar a carreira, como competidor. Também existe a possibilidade de ele continuar, tentando quem sabe o índice para disputar uma quarta Olimpíada, o que seria fantástico. Independente porém do que decida fazer, é importante louvar a carreira do jovem, agradecer pelo que fez e dar-lhe os merecidos louvores.
É um campeão, continuador de uma tradição que Londrina tem na natação (e nos Jogos Pan-Americanos deste ano estará no Canadá outra londrinense, Patricia Ribeiro Silva) um atleta que honra o país e orgulha nossa cidade. É importante ressaltar sua brilhante carreira, agradecer pelas glórias que já deu a Londrina e ao Brasil, e apoiar a decisão que venha a tomar para o seu futuro.

Abuso irritante
Dona Maria Lúcia, residente na rua Marselha, Jardim Piza, atrás da Unopar, liga para fazer um desabafo sobre a falta de respeito de estudantes daquele estabelecimento que insistem em estacionar seus veículos diante da saída de carro de sua casa. Ela revelou que já tentou de tudo, inclusive conseguindo que fossem feitas chamadas nas salas de aula para que os irresponsáveis fossem retirar os carros ilegalmente estacionados. Não só ninguém fez isto, diz ela, mas, segundo soube, os mal-educados ainda riam dos apelos.
A situação chegou a tal ponto que ela chamou a Polícia, esta semana. A PM esteve lá, fez a multa e até perguntou se dona Maria Lúcia queria que guinchassem o carro. Mas ela preferiu deixar assim, pensando que a multa resolveria. Enganou-se: ontem de manhã, o mesmo carro estava diante da saída de carros de sua casa.
A leitora conta que já enfrentou muitos problemas por causa disto. Teve de perder compromissos, por não poder tirar o carro de sua casa. E uma noite, debaixo de chuva, ela e o marido enfrentaram dificuldades porque não podiam entrar em casa, devido à existência de carro estacionado na frente da entrada.
Fica feio isto, ainda mais partindo de estudantes de nível superior.


Reclamações
- FILAS - Há alguns dias, divulguei aqui a reclamação de uma senhora, grávida, com relação às filas que tem de enfrentar apesar dos avisos sobre preferência para idosos, deficientes e mulheres esperando criança. Ela voltou para informar que a situação continua a mesma: poucos atendentes para os que deveriam ser privilegiados nas filas. Ela pondera que seu problema se resolve logo: vai ganhar o filho em agosto. Mas lembra que idosos e deficientes vão continuar sofrendo até que se convertam em realidade as promessas de atendimento especial a eles.
- EXPEDICIONÁRIOS - Ia escrever ‘‘pracinhas’’ mas as pessoas iriam pensar que me referia às praças pequenas. Uma leitora, dona Luíza, ligou para reclamar uma homenagem a expedicionários brasileiros que participaram da 2ª Guerra Mundial e que também eram chamados Pracinhas. Ela conta que pelo menos 10 de Londrina estiveram na luta européia e lembra que no dia 8 de maio (fim daquele conflito na Europa) houve homenagens em quase todo o País aos ex-combatentes. Menos aqui.
- LIXO - A propósito de nota publicada esta semana, sobre alguns lixões, recebi um aviso da AMA: a limpeza, agora, é de responsabilidade da Comurb. Então, já sabemos a quem culpar.


Suborno dá cadeia - lá fora
O ex-ministro conservador inglês Jonathan Aitken foi condenado a 18 meses de prisão por um tribunal londrino, por causa de um escândalo vinculado a vendas de armas para o Oriente Médio, envolvendo pagamento de altas propinas.
Aitken foi considerado culpado também por ‘‘perjúrio’’ e obstrução da Justiça, um ato considerado humilhante para um político da Inglaterra.
‘‘Por quatro anos o senhor construiu um conjunto de mentiras’’, declarou o juiz ao ler a sentença.
O ex-milionário precipitou sua condenação ao processar o jornal inglês ‘The Guardian’, que tinha criticado os vínculos dele com a família real saudita.
Este e outros jornais tinham afirmado em 1994 que Said Ayas, um colaborador próximo da família real saudita pagou a estada de Aitken no Ritz de Paris em setembro de 93, quando este era vice-ministro da Defesa.
O interessado desmentiu a afirmação, frisando que a mulher dele tinha pago a conta do hotel, mas o jornal investigou e provou que a mulher dele estava numa viagem de passeio na Suíça, neste mesmo dia.
Aitken terminou renunciando ao cargo de ministro em julho de 95.

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