Exposição agrícola da ACEL
Arquivo AcelAtraçãoProdutos agrícolas são, naturalmente, a atração maior da Exposição da AcelA Associação Cultural e Esportiva de Londrina - ACEL - já está a todo vapor na organização da 39ª Exposição Agrícola, que acontece entre os dias 3 e 6 de junho, na sede social do clube (Rua Paulo Kawassaki, 101). Centenas de pessoas, membros da comunidade nipo-brasileira, estão trabalhando com afinco para garantir o sucesso desta mostra que, este ano, trará muitas novidades. Os organizadores estão muito empenhados, antecipando uma série de atrações como shows, discoteca, brinquedos radicais e exposição comercial. Também haverá uma praça de alimentação, com pratos da culinária japonesa.
O presidente da Acel, Kentaro Takahara, explica que uma das principais mudanças em relação às mostras anteriores é a profissionalização da estrutura. Tudo isso é feito até como uma prévia para a comemoração do 40º aniversário da mostra, no ano 2000.
Cerca de 400 produtores devem participar da Exposição. Entretanto, embora a mostra seja aberta dia 3 de junho, quinta-feira (feriado) os produtos agrícolas estarão à disposição dos visitantes só sábado e domingo, porque os produtos são perecíveis e não podem ficar expostos por muitos dias.
Participam da Mostra agricultores de Londrina, Tamarana, Cambé, Ibiporã e Rolândia.

Estágio no Fórum
A propósito da nota publicada sexta-feira, informando sobre um convênio firmado entre o Tribunal de Justiça e a Universidade Norte do Paraná, que garantiria exclusividade para os alunos daquela instituição na realização de futuros estágios junto ao Fórum de Londrina, o juiz Dimas Ortêncio, diretor do Fórum, procurou esta coluna para prestar um esclarecimento. O magistrado informou que, ao contrário do que diz a nota, a Universidade Estadual de Londrina não mantém convênio com o TJ a esse respeito. Ele informou que só na sexta-feira, dia em que a nota foi publicada, a UEL manteve contato manifestando interesse em formalizar convênio idêntico ao firmado entre a Unopar e o Tribunal.
O diretor do Fórum reiterou que, apesar do convênio, os atuais alunos de direito da UEL que fazem estágio ali não sofrerão qualquer restrição. Completando, o juiz Dimas Ortêncio insistiu em que não há qualquer tipo de discriminação na questão do estágio no Fórum, reiterando que uma vez formalizado o convênio entre o Tribunal de Justiça e a UEL, ele dará novas instruções a respeito aos juízes e cartorários. A informação de que havia um convênio entre a UEL e o Tribunal fazia parte da notícia, veiculada pelo jornal ‘Vox Universitas’.


Estacionamento
Vi, na televisão, uma reportagem sobre o drama que é estacionar carros em São Paulo. A notícia informa que a capital paulista tem 3 milhões e meio de veículos em circulação e oferece, na área central, um milhão de lugares. Faltam vagas e as que existem custam os olhos da cara. Tem gente que reclama que gasta mais para estacionar que com o combustível para usar o carro.
Ainda não chegamos a esse ponto, em Londrina. Todavia, proporcionalmente, vivenciamos também o problema. Há muito carro e pouco espaço. Lembra até uma piada que um amigo viu em uma série de TV, quando o humorista fala: ‘Anunciam, a todo momento, o carro do ano, mas eu gostaria que anunciassem a vaga do ano. Eu queria uma vaga 99 para meu carro 99’’.
É o que todos querem, principalmente porque a maioria ainda não começou a pensar direito sobre o assunto. Londrina não é São Paulo, mas a idéia pode ser a mesma: um meio para enfrentar o problema do estacionamento (e do congestionamento) é não racionalizar o uso do carro. Usar o transporte coletivo, andar - quando a distância não é grande, o que é possível em cidade de porte médio, como a nossa. Claro, isso reclama melhoria do transporte coletivo, o que inclui linhas mais bem distribuídas.


Enfermidades cardiovasculares
A mortalidade em função de enfermidades cardiovasculares diminuiu no mundo, segundo os resultados do estudo internacional coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 21 países de quatro continentes, publicados pela revista médica britânica The Lancet. O estudo, iniciado no começo dos anos 80, é o mais vasto e mais extenso já realizado no mundo em termos de supervisão da evolução epidemiológica das doenças cardiovasculares e permitiu analisar 166 mil casos de infarto cardíaco na população de todo o mundo.
O resultado global mostra uma diminuição anual da mortandade por infartos de 2,7% em média, entre os homens, e 2,1% entre as mulheres, ambos entre 35 e 64 anos de idade, ao longo de dez anos de observação. ‘‘Isto corresponde a uma baixa de mortandade de 20 a 30% em dez anos’’, explicou o professor Philippe Amouyel (do Instituto Pasteur de Lille, Norte da França), um dos cinco autores do estudo, junto com o professor Hugh Tunstall-Pedoe (Universidade de Dundee, Grã-Bretanha).
Os pesquisadores estudaram, por um lado, a frequência dos infartos do miocárdio entre os 7,2 milhões de pessoas observadas e, por outra parte, sua sobrevivência. A diminuição da mortalidade causada pelas enfermidades cardiovasculares se deve à diminuição do número de casos de infarto.

mockup