Arquivo FolhaBatalhaCena do Vestibular de Inverno do ano passado. A luta vai se repetir em julhoPensando no futuro
Mais de 14 mil interessados se inscreveram no primeiro dia para o Vestibular de Inverno da UEL, o que faz supor que o exame deste meio de ano bata o recorde de inscrições, que chegou no máximo a 25 mil inscritos. A gente sabe que como há menos vestibulares de inverno que de verão, a procura então, para este exame que se realiza em julho é maior. De qualquer modo, é sempre uma questão que provoca ponderações.
Vestibular é, ainda, a grande porta da esperança de milhões de brasileiros. Porta estreita, apesar de já a situação, hoje, ter melhorado muito em relação ao passado. Entretanto, ainda é o grande desafio, fator estressante para os jovens e seus familiares.
As inscrições para este vestibular terminam nesta sexta-feira, com atendimento direto das 8 horas às 19 horas. A expectativa é a de que o movimento cresça na medida em que se aproxima o final do prazo. E o tempo é pouco. Os interessados precisam deixar de lado um pouco as preocupações com aulas (e com cursinhos) e cuidar logo dos documentos necessários, para não correr o risco de perder a oportunidade. Se o vestibular é massacrante, não conseguir fazê-lo por perder prazo de inscrição é, sem dúvida, de doer.
E, depois da inscrição, o negócio é voltar ao estudo porque a concorrência é enorme.

Ajuda
- O Albergue Noturno de Londrina, depois de ter conseguido resolver o problema interno, com uma reforma que permitiu voltar a dar pouso a pessoas carentes, enfrenta outra dificuldade: a kombi que a entidade possui, sempre em precárias condições, está no concerto. O valor dos reparos é de 600 reais, quantia elevada e difícil de conseguir com os recursos existentes. Por isto, a entidade pede, de novo, uma ajuda específica da comunidade. Quem puder dar qualquer contribuição não precisa enfrentar filas de bancos. Pode telefonar para 329-0137, dar o endereço, que alguém vai buscar.
- E a Santa Casa ganhou um aliado na campanha para conseguir os kits de primeiros socorros que não são mais obrigatórios nos carros. Como se sabe, a Santa Casa está pedindo que os motoristas doem os kits para a entidade. Quem quiser doar pode entregá-los, durante todo este mes de maio, nas 22 lotéricas de Londrina. A decisão de aderir à campanha foi adotada na última assembléia da Associação dos Lotérios do Norte do Paraná. A Santa Casa é a primeira instituição filantrópica escolhida para receber a colaboração dos lotéricos. A partir de agora, a cada mês, uma nova entidade local será beneficiada pela colaboração dos lotéricos, em campanhas humanitárias.


Reclamações
- Uma leitora ligou para dizer sobre a ‘terrivel situação’ do trânsito na Avenida Rio Branco, especialmente na esquina com Rua Tietê. Diz ela que o problema ali é talvez mais grave do que o da Rua Humaitá, muito comentado aqui. A avenida tem pista dupla, o que poderia facilitar a vida do motorista, mas, segundo a leitora, os carros sobem e, principalmente, descem em alta velocidade. Como tem uma escola ali, a dificuldade para quem leva as crianças é enorme, notadamente na hora do rush. Quem sobe a avenida e precisa fazer a volta para deixar crianças na escola enfrenta muitas dificuldades.
- Para dona Helena, residente no Jardim Aruba, o problema não são os carros, são os cavalos. Ela reclama que os cavalos que pertencem à criançada do bairro estão incomodando bastante. A casa dela não tem cerca e eles ficam invadindo o quintal, bebendo água no tanque. Um horror. Ela já reclamou na AMA e ninguém toma nenhuma providência.
- Bronca diferente foi a de um trabalhador que ganha o salário mínimo, ao ter ciência do aumento nos preços dos carros zero quilômetro, anunciado ontem. ‘Agora - ele disse - um carro novo fica mais longe ainda do trabalhador...’


Pais e filhos
Os norte-americanos acreditam que seus filhos são mal-educados, mimados e vagos, e somente uma minoria considera que as novas gerações construirão um país melhor, segundo um estudo publicado segunda-feira.
Segundo este estudo, realizado pela organização independente Public Agenda, com sede em Nova York, 58% dos americanos consideram que seus filhos são preguiçosos, mimados e mal-educados. Os pais são ainda mais críticos com os adolescentes: 74% entendem que eles são irresponsáveis e, em certas ocasiões, incontroláveis.
A pesquisa foi feita por telefone com 1.005 adultos e 328 adolescentes; a margem de erro é de três pontos para os adultos e seis para os adolescentes.
A culpa recai, segundo as pessoas pesquisadas, nos pais: 59% pensam que alguns tem filhos antes de poderem assumir a responsabilidade trazida com essa situação, 53% acreditam que se divorciam muito cedo e muito facilmente, e 52% dizem que os norte-americanos acham que comprar um presente para o filho é o mesmo que educá-lo.
Os adolescentes, ao contrário, sustentam teses diferentes: 72% acreditam que podem contar com seus pais quando precisarem deles, mesmo que somente 50% declarem serem felizes e 42% se aborreçam todos os dias.

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