Praça Londrina (Estelio Feldman)
Arquivo/FolhaSoluçãoRotatória dos Pioneiros, um recorde positivo: nenhum acidente registradoNo papo que bateu com a gente, o titular do Ippul, engenheiro Mário Stamm Júnior, revelou uma coisa: a rotatória feita naquela complicada confluência da alameda Manoel Ribas, ruas Souza Naves, Minas Gerais e Avenida Celso Garcia Cid, que acabou ganhando o nome de Rotatória dos Pioneiros, não registrou nenhum acidente desde que foi implantada. Outras rotatórias, igualmente, registram situação semelhante. Aquela que se implantou na confluência da JK com Santos Dumont só teve um acidente, de pequena monta.
De fato, as rotatórias têm constituído uma solução inteligente para resolver problemas que nem mesmo os semáforos conseguem resolver. Aquele trecho central, que hoje marca um recorde sem acidentes, era um local perigoso, com muitos problemas. Tem também a confluência da Maringá com a Castelo Branco, local sempre complicado que se tornou mais simples com a rotatória. Na Higienópolis com JK, também, as coisas ficaram mais tranquilas, embora ali não se possa descartar o semáforo como elemento complementar.
Diante disso, aliás, o Ippul projeta outras rotatórias, sendo que a área que deve receber logo uma ou duas é a da Avenida Tiradentes, sem dúvida, hoje, um dos problemas mais sérios do trânsito local.
Avenida Inglaterra
Silvia Werner, que mora na Avenida Inglaterra, veio até a Praça como uma porta-voz dos moradores da região que, como disse, estão apavorados com a situação do trânsito no local. Silvia, que tem sido procurada pelos vizinhos porque trabalha no jornal, disse que a Avenida Inglaterra é muito movimentada, inclusive porque é um caminho alternativo para a Unopar. Nos horários de pico, o movimento é intenso. E na confluência da avenida com a rua Finlândia, a coisa fica mais complicada. Para piorar ainda mais a situação, há também duas outras escolas ali, com crianças que sofrem para atravessar a rua, com pais que ficam sempre apavorados.
Acidentes acontecem com enorme frequência. Só na semana passada foram 5. Na terça-feira, aconteceu mais um. Isto sem contar as freadas bruscas, os quase acidentes, que ajudam a tornar ainda mais apavorante a situação. Os moradores já procuram o Ippul, que mandou umas moças para fazerem um levantamento. Mas, segundo Silvia, as jovens foram fora do horário de movimento e nem pareciam estar levando a sério a questão.
O que os moradores pedem é algo simples: semáforo, lombada eletrônica, policiamento, qualquer coisa que possa reduzir os riscos e o medo. Uma solicitação das mais justas.
Semáforos
Um comerciante, que tem estabelecimento na Benjamin Constant com Quintino Bocaiúva, ligou para comentar a situação do semáforo que existe no início da Benjamin Constant, na esquina com JK. Segundo conta, o sinaleiro é pequeno (ainda mais em comparação com os de ciclo visual que existem na JK), fica atrás de uma árvore e funciona para transpor a JK, entrando na Benjamin. O motorista vem pela JK, à esquerda, e tem de parar. Acontece que muitas vezes vem outro carro atrás e o perigo de um choque é grande.
Ele contou que já ouviu muitos xingamentos por parar ali. E que sempre tem medo, inclusive porque uma pessoa que ele conheceu morreu assim: parou o carro num sinaleiro, veio outro veículo e o abalroou. A motorista acabou morrendo.
Outro dia, ele contou, viu uma mulher que estava descendo a JK e que entrou na Benjamin, com o sinal fechado. Havia 3 azulões ali, meio que escondidos, que apareceram para multar a mulher. Deviam é estar orientando o trânsito, ajudando os motoristas e não de vigia, para multar, disse. O leitor considera que alguma coisa precisa ser feita ali: pôr um sinaleiro maior, melhorar a visibilidade, colocar avisos.
Por falar em semáforo, recebi outra queixa sobre a não padronização deles e a falta de simetria em vários pontos.
TV engorda





