A fertilidade da terra brasileira tem sido cantada desde Pero Vaz Caminha. É só plantar, que nasce. Mas o mato nem precisa ser plantado. Nasce, cresce e se torna um problema, principalmente na área urbana.
As primeiras e mais sérias reclamações que recebi, esta semana, na reabertura da Praça, foram justamente sobre o mato. Penso que a única praça que não tem mato é esta, do jornal.
Tem mato nas praças, nas calçadas, nos terrenos baldios. Dona Ruth, que mora na av. Luiz Rosseto, próximo à AABB, reclama do matagal na cercania de sua residência. Outro leitor, que reside na rua Canudos, diz que o mato tanto na calçada quanto na praça que fica diante da Casa do Estudante, está demais. Na área mais central, esquina de ruas Santos com Pará, em frente à Corregedoria, o mato na calçada está enorme. Lá, como em outros lugares, as pessoas têm feito reclamações aos organismos competentes da Prefeitura. Até agora sem solução.
O mato enfeia a cidade, além de provocar mais sujeira, servir de abrigo para animais nocivos (inclusive alguns humanos). Penso que está na hora de se fazer um esforço concentrado para enfrentar o problema que é de simples solução. É preciso pôr mais gente trabalhando para fim de limpar um pouco a cidade.


Casa do Caminho
A Casa do Caminho, entidade londrinense que cuida de crianças e adolescentes, promove, a partir de amanhã, junto com o Armazém da Moda, a Festflor, que oferece mais de 200 variedades de flores e plantas trazidas diretamente de Holambra, conhecida como ‘a cidade das flores’.
A Festflor vai até o dia 14 e a expectativa é a de que 50 mil pessoas a visitem nos 10 dias em que ficará aberta, no Centro de Eventos e Exposições do Armazém, que fica na Avenida Tiradentes, 1.445.
Dez por cento da receita obtida com a promoção ficará com a Casa do Caminho, que sobrevive das doações e atende atualmente a 40 crianças internas, 50 semi-internas no sistema de creche e mais 60 na escola mantida pela entidade. As promoções, como esta, ajudam muito, conforme o coordenador da entidade, o médico Júpiter Villoz Silveira, ainda mais numa época como a atual, quando as dificuldades econômicas levam muitas empresas - que normalmente ajudam bastante - a cortar as doações.
É um modo criativo de conseguir ajuda, até porque a Festflor é uma atração fantástica. As flores e plantas formam um ambiente lindo, inspirador. E há produtos bonitos e baratos. O público ajuda uma instituição que presta imensos serviços sem perceber.


Santa Casa
Há dias, foi publicada uma notícia informando sobre a difícil situação que nossa Santa Casa enfrenta. É uma dura realidade e a gente precisa ajudar aquela instituição. Quando se escreve isso muitas pessoas ficam irritadas, dizendo que é sempre a mesma coisa, e o povo é quem tem de resolver. Acontece que a Santa Casa é realmente uma coisa bem nossa, do povo de Londrina. Depois, penso também que já passou do tempo de a gente só falar que ‘o Governo tem que fazer alguma coisa’. A coletividade pode participar tanto neste como em outros casos, que envolvem entidades que prestam socorro a muitos.
Ademais, a Santa Casa está oferecendo uma oportunidade para que as pessoas ajudem e, ao mesmo tempo, economizem e ganhem. No próximo dia 13, sábado, será aberto o primeiro bazar beneficente deste ano, com roupas para o inverno que serão vendidas a preços incrivelmente baixos. A maioria custará R$ 1,99. Haverá, ainda, ofertas relâmpago, com preços menores. O bazar tem roupas novas e semi-novas, vindas da Alemanha. Mas há uma novidade este ano: roupas indianas.
Para quem não sabe, ou não lembra, o bazar funciona na Avenida Celso Garcia Cid, esquina com Duque de Caxias e estará aberto, no dia 13, das 8 às 17 horas.


Prevenção do câncer

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