Praça Londrina (Estelio Feldman)
A Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de Londrina escolheu a Editora da UEL para homenagear no Dia Internacional da Cultura, comemorado no dia 5. A homenagem se realizou no Espaço de Cultura do Catuaí Shopping. A cerimônia foi aberta pela presidente da Associação, Sonia Medeiros, que justificou o ato destacando o papel da Universidade na formação da juventude. Em seguida, foi entregue ao diretor da Editora, Leonardo Prota, uma placa em ágata, enquanto os funcionários do setor receberam marcadores de livros de metal e pedra brasileira.
O professor Leonardo mostrou-se orgulhoso dos 148 títulos que o setor já produziu, anunciando que outros 50 estão em andamento. Admitiu que a Universidade está caminhando para uma nova fase fundamentada na investigação científica, dando oportunidade a professores e alunos para manifestar suas idéias.
A propósito de livros produzidos pela Editora UEL, dois serão lançados amanhã, no Instituto Cultural Brasil Estados Unidos: Ergonomia e Qualidade nos Serviços - Uma metodologia de Avaliação, de autoria de Cristina Faria Fidélis Gonçalves, e Ergonomia e Qualidade da Escola Pública, também de Cristina Gonçalves e de José Aparecido Fidélis. O lançamento começa às 20 horas.
Zerão
A respeito do Zerão, tenho duas reclamações. A primeira é de um leitor que escreve:
Eu e muitas pessoas frequentamos o Zerão nos finais de semana, em busca de lazer e para fazer nossa caminhada. Mas, de uns tempos para cá, vemos que nos finais de semana, principalmente aos domingos à tarde, é quase impossível isto. O problema é uma lanchonete localizada ali na rua Prof. Júlio Estrela Moreira, em frente ao Zerão. Os frequentadores desta lanchonete acabam se aglomerando nas pistas de caminhada e de corrida, atrapalhando e muito quem quer fazer uma simples atividade física. E o problema não é só este. Depois de um certo tempo, aquele lugar fica cheio de garrafas de cerveja espalhadas pela pista. Para piorar, as pessoas ficam insultando quem passa por lá.
Já outro leitor assinala:
Em pleno Zerão, lugar sagrado para nós, londrinenses, uma árvore, daquelas que dão vida e beleza àquele lugar, foi condenada à morte. Na Rua Prof. Júlio Estrela Moreira, na calçada das residências entre os números 970 e 1040, uma árvore, cheia de vida e vigor, teve seu tronco descascado numa nítida intenção de matá-la. Por que isso? A quem interessa isso?
Não sei responder, mas penso que ambas as questões deveriam merecer atenção de nossas autoridades.
Abusos
Que a cidade tem poucos locais para estacionamento, é sabido. Até por isto, a existência de alguns locais reservados em determinadas ruas provoca certo ressentimento. Todavia, há pontos que, de fato, precisam deste tipo de reserva. A frente dos hotéis, por exemplo.
Na avenida São Paulo, entre Sergipe e Av. Paraná, há um Flat. O local é supermovimentado, tem Zona Azul e tem local privativo para estacionamento dos que vão ao Flat. É normal e necessário.
Acontece, porém, como um leitor informou, que tem gente que está usando o local para estacionar, sem pagar (claro) Zona Azul e prejudicando quem precisa ir ao Flat. O mais curioso é que o leitor contou que passam guardas por lá, mas ao que ele notou, jamais multam os espertinhos que usam o local privativo para estacionamento particular. Um abuso.
A propósito, outro leitor ligou para falar sobre outro estacionamento privativo, este ao lado do Módulo Policial da esquina da Souza Naves com alameda Manoel Ribas. É privativo para carros oficiais, mas é usado por veículos particulares. A desculpa apresentada foi a de que se trata de carros da polícia sem identificação. Ora, se não devem ser identificados, não deveriam usar aquele estacionamento que os identifica.
Redução de problemas do coração





