Praça Londrina (Estélio Feldman)
Quero registrar minha indignação sobre a falta de educação dos motoristas de Londrina. Com estas palavras, a leitora Helena Savassa Gonzales inicia uma candente carta que tem a seguinte sequência:
Apenas um exemplo, entre tantos outros: na Rua Goiás, entre Souza Naves e Mato Grosso, é um abuso. Os carros e as vans param em fila dupla e engarrafam o trânsito na quadra toda, sendo que em frente ao Colégio Evaristo da Veiga existe estacionamento para carga e descarga. Os mais espertos deixam seus carros estacionados o dia todo, impossibilitando o rodízio. E ninguém vacila: pára em fila dupla, mesmo observando que tem um ponto de ônibus ali.
E a indignação de dona Helena não pára aí. Ela continua:
E tem mais: o que os Azulões estão fazendo nas ruas, pois a cada dia o trânsito está mais caótico? Será que eles têm treinamento para realmente saber o que é uma infração de trânsito? Será que eles estão preparados para orientar, educar, multar, fazer o trânsito fluir ou é só empreguismo?
Completando, a leitora faz questão de explicar: Adoro minha cidade, mas o pouco caso e o desrespeito com que muitos a tratam é revoltante.
Penso que não há mais nada a acrescentar.
Santa Casa
A Santa Casa de Londrina realiza amanhã o último bazar beneficente do ano, com duas novidades: a venda de produtos de confeitaria e preço único para as roupas. O bazar funcionará das 8 às 17 horas, no local tradicional, na avenida Celso Garcia Cid, esquina com Duque de Caxias.
O bazar de roupas novas e seminovas vindas da Alemanha já é tradição, em Londrina. A Santa Casa acaba de receber novo lote, com muitas novidades para adultos e crianças. À exceção dos casacos e blazeres, todos os produtos serão comercializados ao preço único de R$ 1,50. Outra novidade é a venda de bolos, tortas, doces e guloseimas em geral, colaboração do Grupo Pró-Vida de apoio à Santa Casa.
O bazar é, como se sabe, beneficente, e o resultado da venda dos produtos é aplicado na aquisição de materiais, roupas e medicamentos para atendimento à população carente.
Dizer o que a Santa Casa representa para Londrina (em especial para os doentes carentes) é desnecessário. Ajudar a instituição é o mínimo que se pode fazer para dar-lhe condições melhores de trabalho. Com o bazar, é possível unir o útil ao agradável: quer dizer, a gente ajuda a entidade mas recebe algo em troca. Vale a pena visitar o bazar neste sábado.
TV a cabo
Uma leitora ligou e pediu com muito empenho que a Praça fosse porta-voz de uma queixa que tem em relação à TV a cabo. Ela informa que é assinante do pacote mais simples da Net que, na opção de canais de filme, não oferece nem o Telecine, nem o HBO. O canal disponível é o Halmark que, aliás, só é acessado por quem tem aquele pacote. Segundo ela, até que são filmes bons, a imagem é boa. Mas ela se queixa de três problemas.
O primeiro diz respeito à legenda: os filmes são em língua estrangeira e, segundo a leitora, as legendas na película são poucas, o que dificulta o entendimento do espectador. Outra coisa, também ligada à questão da língua, é que os títulos dos filmes em exibição, na revista de programação, estão todos em inglês. Quer dizer, fica difícil a identificação por parte do espectador comum, aquele que, como ela, só lê e fala português. Finalmente, também em relação à revista de programação, a leitora diz que há uma diferença de 3 horas entre o que está indicado ali e a exibição real.
A leitora diz que já reclamou, ouvindo sempre a informação de que vai melhorar. Só que não melhora. E diz, ainda, que já teve vontade de mudar de pacote mas que lamenta porque os filmes da Halmark são bons. Só precisa que tenham mais legendas.
Combate à fome





