Vocês podem calcular o que tenho recebido de queixas, críticas e sugestões sobre a reforma efetuada no trânsito da Avenida Maringá. Preferi esperar um pouco, até porque as mudanças foram muito amplas, incluindo até o semáforo que alguns (penso que com certo ranço) criticam só por ter sido inventado em Maringá - o que não deixa de ser interessante é o fato de se lançar o invento na rua que leva o nome da simpática cidade vizinha - e também porque, como está acontecendo, haverá uma nova avaliação dos responsáveis.
De qualquer modo, inclusive como contribuição ao debate, lembro que as maiores queixas dizem respeito ao fato de se haver proibido as conversões dos carros, à esquerda. Este, aliás, um grande problema que, porém, entendo, precisamos encarar.
Ontem ainda, um leitor citou a questão, ao falar da Avenida JK. Até emendei, com a Higienópolis. Na segunda, as conversões à esquerda já são proibidas há tempos. Na JK, a sugestão é a mesma. Na Maringá, é o que implantaram. E, por mais complicado que possa ser para o trânsito, creio que esta é uma questão que - salvo situações verdadeiramente impossíveis - não pode ser contornada. Proibir a conversão à esquerda, nas ruas, representa, além de tudo, segurança para o pedestre e para o motorista. Tem mais coisas, mas vamos esperar as novas decisões do Ippul para falar a respeito.

DDD
Vejo a publicidade do DDD na TV e fico a pensar em como as coisas mudaram neste nosso Brasil, em uma geração ou menos. Afinal, sou do tempo em que era mais fácil ir daqui a São Paulo (ou Curitiba) - e a viagem era longa e difícil, ainda mais na época das chuvas - do que fazer um interurbano. Agora, há até publicidade para se usar mais o interurbano.
Mas, cuidado, gente. A coisa fica tão fácil que pode resultar em prejuízos, como o de um amigo meu. Ele me mostrou sua conta telefônica, com uma ligação para Marília. Ele não tem parente, amigo ou mesmo conhecido em Marília. Mas o mistério foi facilmente resolvido: ele tem parentes em Ourinhos. Quem teclou para Ourinhos, certamente colocou o dedo no número 4 e não no 3. A ligação caiu em Marília.
Prejuízo pouco, o amigo nem pensa em fazer qualquer tipo de reclamação - que nem sei se teria resultado, afinal, o erro foi de quem digitou - mas penso que precisa ficar a lição. Hoje a coisa está tão simples, que é preciso ficar atento ao teclar ou discar um número, principalmente interurbano. Senão, você que quer falar com Porto Alegre pode acabar sendo atendido em Bagé, sei lá. Nesta época de estabilidade da moeda e também do salário, até prejuízo pouco deve ser evitado ao máximo.

Sexta-feira, 13
Supersticiosos, fiquem atentos: amanhã é sexta-feira, 13. Menos mal que não é agosto, mas novembro, pelo menos na vida política do Brasil, também não tem sido considerado um mês muito propício. Além do que é o mês em que se celebra Finados, o dia dos mortos.
Esta sexta-feira, porém, não parece estar assustando muito. É o dia em que a nossa Folha comemora 50 anos de vida (embora não tenha sido lançada, acredito, numa sexta-feira). E é também a data escolhida para, pelo menos, duas importantes promoções.
Amanhã, no Teatro Zaqueu de Melo, a partir das 20h30, será apresentada a ‘palestra ilustrada’ com o título ‘A origem do samba e da bossa nova’. Apresentação do Grupo do Curso de Licenciatura em Música da UEL.
No mesmo horário, e perto do teatro, na Secretaria da Cultura, Sala José Antonio Teodoro, ocorre a abertura da XIII Mostra Afro-Brasileira Palmares, promoção da Prefeitura e do Movimento de Estudos da Cultura Afro-Brasileira. No programa, apresentação musical com Neuza Pinheiro e Wagner Nogueira.
A Mostra fica aberta até o dia 11 de dezembro e posso dizer, pelo convite que recebi - que tem reproduções de alguns trabalhos - que vale a pena ser visitada.

Benefícios do suco de uva

mockup