Praça Londrina (Estelio Feldman)
No passado, quando um jovem se formava em medicina, havia um setor considerado muito propício: a pediatria. Eramos um País em crescimento, crianças constituiam uma clientela garantida. Mas as coisas mudam e embora continue a haver nascimentos, está surgindo uma nova especialidade, cada vez mais concorrida: a geriatria, o atendimento aos mais velhos.
De fato, o brasileiro está envelhecendo. Existem hoje mais pessoas acima de 60 anos do que há duas décadas. E isto vai aumentar, segundo os estudos e estatísticas. No ano 2025, dizem, teremos uma imensidão de idosos.
No momento eles lutam para garantir seu espaço. Programas para pessoas da terceira idade se multiplicam. E a idéia antiga - e tola - segundo a qual os mais velhos não precisavam de nada, nem queriam nada, está sendo modificada. Hoje a gente sabe que os mais velhos também podem e devem se divertir. E cada vez mais. Até por isto, o Grupo da Terceira Idade do Sesc, que realiza um baile todo mês, programou dois para este outubro. O primeiro aconteceu no último sábado. O outro se realiza dia 31. Para os interessados, a promoção tem lugar no Sesc da Fernando de Noronha, começa às 14 horas e o ingresso custa R$ 1,50 para aposentados e R$ 3,00 para os demais. E é bom saber: os bailes da terceira idade lotam o salão.
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