Até agora, não tinha feito qualquer comentário ou sequer alusão à discussão que vem ocorrendo entre nós em relação ao aterro feito no lago Igapó. Na verdade, não tinha sequer pensado muito no assunto, até que li o comentário feito, semana passada, pelo companheiro Walmor Macarini. Ali, o jornalista faz a sugestão mais simples a respeito de toda a discussão: ao invés de se debater a respeito do destino a ser dado ao aterro, Walmor sugere que se desaterre o local, quer dizer que se restaure o lago.
Concordo com ele. Afinal, o lago é não apenas um local de lazer, mas constitui um fator ecológico. Londrina não tinha lago nenhum. Dai veio o prefeito Antônio Fernandes Sobrinho que, literalmente, inventou o lago. Depois, outros prefeitos ampliaram a área. Daí, resolveram aterrar uma parte. Por quê? Para quê?
O erro, ao que parece, não foi fazer o lago foi aterrar uma das partes dele. Logo, para que discutir o destino do aterro? Melhor é restaurar o lago em sua plenitude, devolvê-lo aos peixes e ao povo. Assim como as praças, penso, o lago é do povo (pelo menos um lado).
Claro, a Praça está aberta a outras opiniões, continua a ser um espaço democrático. Entretanto, acredito, o melhor mesmo é desaterrar e dar maior atenção à área, fabuloso recanto de lazer da população.

Parada de ônibus

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