Sei que todo mundo está pensando no Carnaval, que acontece esta semana. Mas antes do Carnaval, na sexta-feira, o Moringão pode ficar bem cheio. Acontece a última partida do Grêmio/Grande Londrina pelo primeiro turno do certame nacional de basquete e a atração do dia é o Flamengo, o time de maior torcida no Brasil. Um jogão de basquete, de enorme importância até para o destino do quinteto local, que precisa ganhar para ficar melhor na disputa por uma das vagas no flay-off (só 8 dos 12 times se classificam).
O Flamengo conseguiu, domingo, uma excepcional vitória contra o Corinthians/Pony, líder do certame, no Rio. O Grêmio foi mal esta semana, jogou fora de casa e perdeu as duas partidas (uma contra o próprio Pony). Precisa se reabilitar.
Os dirigentes esperam ter pelo menos 4 mil pessoas no Moringão para o jogo, o que é possível. Inclusive vai haver gente torcendo para o Flamengo, que tem torcedor no País inteiro. Não tem importância. O que é necessário é que o público prestigie, como tem feito e que, dentro da nossa ótica local, o Grêmio vença. Sou franco: torceria pelo time daqui mesmo se estivesse jogando contra o São Paulo (que nem tem basquete).
Mesmo com os fracos resultados das últimas rodadas, o time local tem potencial e com apoio de todos pode ir ainda muito longe, não só neste campeonato. Anuncia-se, no Grêmio, um trabalho muito maior para alcançar crianças e jovens, na formação esportiva, com o apoio dos jogadores e do técnico, que é dos mais competentes. Isto merece todo o incentivo.


Economia 1
Duas cartinhas, publicadas na Folha de domingo, mostram a preocupação do consumidor diante do momento importante que vivemos. Uma aborda o tema da higiene - importantíssimo, sem dúvida - outra o da exploração que reaparece, agora em função da chuva. O negócio todo, entretanto, pondo sempre em evidência o nosso papel, de consumidores, como fundamental para evitar uma como outra coisa.
Claro que a gente fala, quando é citada a questão higiene, que isto é coisa que deveria merecer a ação das autoridades sanitárias, o que é certo. Entretanto, como quem é a principal vítima disto somos nós, o que vale é nossa ação também. Se você se encontra diante de um local que vende coisas de comer, por exemplo, e nota que antes de você moscas ou até baratas já andaram provando as iguarias, o negócio, claro, não é só denunciar à saúde pública, mas fugir do local. Reclamar com os donos às vezes ajuda, mas nem sempre. Afinal eles estão vendo a situação. Se não tomam providências, vamos deixar que eles comam o que nos querem impingir.
Já em relação aos preços, a situação continua a ser séria. Ou a gente insiste em buscar o mais barato, refugar o abuso, a exploração, ou vamos cair na situação de há algum tempo, o que ninguém quer. Penso que enfrentar a carestia é assim como uma guerra. E guerra exige disposição e coragem.

Economia 2
O Fernando, leitor e amigo, veio me contar que é praticamente de automodelismo de fenda. É um hobby como tantos outros, que pode ser caro ou não, dependendo também da pessoa. Ele revelou que fez uma grande encomenda de equipamentos, em São Paulo, e que, com isto, acabou fazendo uma enorme economia. O que comprou, se o tivesse feito aqui, custaria 3 vezes mais. Vejam vocês que até mesmo para hobbies a gente precisa, e pode, fazer economia.
Há alguns dias, inclusive, comentei aqui que fiquei louco da vida ao ver que o refrigerante de minha preferência tinha subido de R$ 1,55 o vasilhame de dois litros para R$ 1,99, revelando que por causa disto troquei de marca, adquirindo outro que custa, pelos mesmos 2 litros, R$ 1,05. É claro que é outra marca. Mas se você é daqueles que não gosta de trocar de marca, há opções, como eu mesmo percebi. Aquele mesmo refrigerante que custava quase 2 reais em um supermercado, vi em outro a R$ 1,66. Então, a pessoa não precisa se privar da marca, é só procurar um pouco, andar, usar até tabelas.
Fazer compras, hoje, não é só chegar no supermercado e sair enchendo o carrinho. É pesquisar, olhar, procurar e rejeitar o abuso, o aumento indevido. Mesmo porque a gente não pode esquecer que nosso salário não aumenta todos os meses. Logo, é absolutamente necessário fazer o dinheiro render.

Imposto encarece

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