Há alguns dias, publiquei aqui a preocupação relativa à verdadeira avalanche de cheques sem fundos que os postos de venda de combustível recebem em Londrina. Ainda mais com o sistema, que a maioria adota, de ‘pré-datados’, a situação fica muito complicada.
Ontem, no Caderno de Economia da ‘Folha’, foi divulgada reportagem informando que alguns donos de postos já estão se mobilizando para tentar resolver este problema. E o responsável pelo programa que os postos começam a usar é o professor Ilson Gomes de Lima, que, há algum tempo, foi gerente de um posto. Solicitado a propor uma solução, ele projetou um programa que pode até ser utilizado por computadores mais antigos. E a idéia é simples: um banco de dados com os emitentes de cheques sem fundo, que pode ser acessado em qualquer posto (ou outro tipo de estabelecimento que receba cheques) que tenha o sistema.
O técnico informa que, embora o trabalho esteja apenas no início, os postos que se integraram já estão recuperando cheques emitidos desde 1993. Ilson projeta ampliar o sistema para atender a todos os postos, formando assim um verdadeiro cadastro com os nomes de todos quantos, em qualquer tempo e em qualquer lugar, passaram os ‘voadores’. E espera, em três semanas, poder oferecer o acesso remoto: em qualquer ponto, será possível consultar o banco que terá os dados atualizados diariamente. Segundo o professor, o custo do sistema é muito baixo, o que ainda torna mais atrativa sua utilização. Se alguém estiver interessado, o telefone do professor é 991-8065.


Carro furtado
Muito triste, dona Juliene, leitora deste espaço, liga para contar que seu carro, um Chevette ano 83, foi furtado na manhã de quarta-feira, em pleno centro da Cidade. Ela o deixou estacionado na rua Sergipe, esquina com Pernambuco, perto do estabelecimento em que trabalha, como o faz sempre. Quando voltou, não encontrou o veículo. E promete uma gratificação se alguém puder dar informações que possibilitem a recuperação do veículo. O Chevette é bege metálico, placas CCY 0292, de Santana do Parnaíba. Qualquer informação pelos telefones 321-2591 e 324-7536.
Transmito o apelo de dona Juliene também porque isto evidencia que está crescendo o nível da insegurança em Londrina. Furtos de automóveis ocorrem em pleno centro, assaltos a moradias, a pessoas, em ruas centrais e na periferia. Os marginais parecem estar fazendo a festa na Cidade. Isto é também sintoma da falta de uma presença mais efetiva da polícia, notadamente a PM, que tem precisamente a função preventiva. Há dias, comentei positivamente a presença de viaturas pelas ruas, o que conferia mais segurança. Mas parece que serão necessárias mais viaturas, mais policiais, presença mais constante para garantir o mínimo de tranquilidade à população.
O drama da leitora não é o único, embora isto não console nem um pouco. Mesmo porque, ninguém quer consolo, quer é ação, medidas concretas.


Big Mac barato
Hoje, a McDonald’s, o gigante norte-americano do fast food, lança o Big Mac a 55 centavos de dólar, reduzindo em mais de dois terços o preço do sanduíche, vendido até então por 1,90 dólar. O preço menor, naturalmente, só vale para os Estados Unidos. E a informação garante que, depois deste, outros sanduíches terão seus preços reduzidos.
Com esta guerra de preços, o líder McDonald’s quer defender sua parte no mercado de fast food nos Estados Unidos contra Burger King, seu principal adversário.
Por aqui, ao que se saiba, o McDonald’s não tem este tipo de concorrência. E está, inclusive, ampliando sua presença em Londrina, com a construção de outro ponto, na Higienópolis. Mas como a gente sempre se interessa por qualquer notícia que envolva preços, cita o fato na esperança de que, mesmo sem a presença de um concorrente forte, possa acontecer uma redução no preço do delicioso sanduíche.
Mesmo porque, por aqui, a empresa faz o mesmo tipo de campanha que realiza no Exterior, destinando parte dos ganhos em determinada data para assistência. No caso, entre nós, a verba se destina a hospitais que atendem pacientes de câncer. O que é, sem dúvida, uma ação muito louvável, que poderia inclusive ser imitada por outras empresas. E que, de qualquer modo, dá a esperança de que outros tipos de promoção nos EUA sejam adotados aqui.


Horário dos bancos

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