Praça Londrina - Estelio Feldman
A Associação Comercial e Industrial de Londrina abre, hoje, oficialmente, as comemorações de seu 60º aniversário. A festividade começa lá na sede da Acil, às 8 da noite, prevendo lançamento do livro Poder emergente no sertão, que conta a história da Associação. Tem também o descerramento da foto do sr. Francisco Negri Filho, na Galeria dos Presidentes, inauguração da Exposição Acil 60 anos e, depois, um coquetel.
Isto é só o começo. As comemorações devem se estender por todo o ano. E, sem dúvida, é preciso realmente marcar esta data de modo bonito, rememorar os que criaram a entidade, todos quantos, nestes anos - quase a idade de Londrina - lutaram pelo progresso da Cidade.
O papel da Acil na história de Londrina é, sem dúvida, marcante. A entidade esteve sempre presente nas grandes e muitas lutas do município, várias vezes levantando bandeiras, jamais se omitindo. Até por isto, os nomes dos seus antigos e atuais diretores estão sempre ligados à própria vida de Londrina, uma união perfeita que tem dado muitos frutos.
A festa é justa, a homenagem mais que adequada a todos quantos, ao longo destes anos, ajudaram a realizar um trabalho marcante de uma entidade que chega aos 60 anos muito jovem e muito forte. Assim também, é certo confiar que o marco dos 60 anos represente a continuação da luta porque assim é a vida. Londrina ainda precisa muito do trabalho da Acil, que não vai faltar, como jamais faltou ao longo destas 6 décadas.Arrastão
Neste sábado, vocês sabem, acontece o arrastão da Campanha do Agasalho. Haverá uma grande mobilização para conseguir roupas, cobertores, comida, tudo enfim o que seja possível para aliviar a situação dos mais carentes, no inverno.
Nada melhor para isto que o tempo que está fazendo nos últimos dias. De fato, já aconteceu de se fazer este tipo de ação em épocas de calor, apesar do calendário dizer que estávamos chegando à estação fria. E, como o ser humano é complicado, fica difícil fazer alguém pensar no sofrimento de quem passa frio exatamente quando faz calor. Agora, não. O frio está aí, forte (pelo menos para os nossos padrões). Tem chuva, também, tempo feio. A gente, saindo de casa com todo o tipo de agasalho que pode usar, acaba, naturalmente, pensando nos que não tem como se proteger. Esta é, sem dúvida, a hora de fazer alguma coisa efetiva a respeito.
E como a caridade começa em casa, como se dizia antigamente, um amigo revelou uma coisa curiosa: lembrou, esta semana, que a filha dele, casada, estava meio desprevenida para enfrentar o frio. Foi um estalo: abriu o armário e levou acolchoados para ela.
É, às vezes acontece isto, a gente olha para o outro lado, não percebe quem está perto, precisando. Nós, aqui, na nossa casa que é Londrina, vamos observar os que moram ao nosso lado e fazer nossa contribuição para aliviar o frio nesta quadra do ano.Sinalização
Recebo telefonema de uma leitora, comentando a sinalização vertical (acho que este é o nome da sinalização desenhada nas ruas) nas artérias da Cidade. Semana passada, como vocês devem lembrar, a gente comentou justamente o fato de se estar fazendo tal sinalização em horário de trabalho, o que congestionou o trânsito.
Pois o que a leitora reclama não é da sinalização mas da falta de maior orientação a respeito. E também do aparente desconhecimento dos que dirigem, o que faz com que muitos motoristas simplesmente desconheçam os sinais e, naturalmente, os desobedeçam. Ela cita, especificamente, a sinalização na rua Humaitá, feita de modo inteligente para minimizar os problemas surgidos com a transposição dos que vão para as novas instalações do Colégio Universitário.
A sinalização, diz ela, é inteligente. Mas os motoristas ou não a entendem ou, simplesmente, a desrespeitam. Daí, o resultado positivo da medida se perde.
O problema, parece, é mesmo o da falta de conhecimento (o que é um absurdo, já que para ter habilitação o motorista precisa conhecer os sinais) ou da falta de educação, o que é o mais comum. Pois a verdade é que a maioria dos que dirigem esquece a educação em casa. Os abusos não se limitam apenas ao desrespeito à sinalização vertical. Desrespeitam tudo. Para tais casos, não há sinalização que resolva.Cenas chocantes





