Só os mais velhos sabem como era o serviço telefônico, em Londrina, há 30 anos. Simplesmente uma loucura. O sistema era semi-automático, havia cerca de 2.500 telefones em toda a Cidade, conseguir um era mais difícil que comprar uma casa.
Daí, em 1968, o Serviço de Comunicações Telefônicas de Londrina - Sercomtel - iniciou atividades, triplicando logo no começo a capacidade local, com telefones automáticos, iniciando aí a grande escalada que, hoje, coloca Londrina em primeiro lugar no Brasil na relação telefones/habitantes, com nível de primeiro mundo e situação fantástica.
E agora, quando se tornou ‘a’ Sercomtel, a empresa continua na vanguarda, dando um impulso tremendo à telefonia celular. Com as facilidades que oferece, hoje para ter celular é só preciso querer (o custo é só do aparelho, e pode ser parcelado). Para melhorar, inventaram também o reducel, celular para ser usado à noite ou nos fins de semana, com tarifa mais econômica.
É tão fácil a situação criada que a gente fica até mal acostumado. Se alguém precisa de telefone convencional, nem precisa comprar linha. É só alugar. Quanto ao celular, também a facilidade é imensa. Pouca gente pensa que isto aqui não é o retrato do que ocorre no Brasil.
Ao contrário, somos uma exceção gloriosa em termos de telefonia. Pelo menos no setor, podemos considerar que Londrina manteve sua mística e seu pioneirismo. O que é, sem dúvida, motivo de muito orgulho para todos nós.


Basquete
A propósito da nota que dei aqui, informando que o time de basquete do Grêmio está sendo desmontado, um diretor da agremiação veio à Redação para garantir que isto não tem fundamento. Lembrou a promessa do próprio prefeito no sentido de manter o time e contou que está para ser marcada uma reunião com a nova diretoria da TCGL para tentar renovar o patrocínio que vence em maio. É grande a esperança de que isto ocorra, inclusive porque os novos responsáveis pela empresa, certamente, gostarão de manter um vínculo com a comunidade em que estão começando a trabalhar. Espero que sim.
Quem também esteve na Redação foi o técnico do time, Enio Vecchi. Foi uma alegria conhecê-lo e uma satisfação ouvir que tem vontade de continuar por aqui, inclusive aprofundando o trabalho que vem sendo realizado. Vecchi, muito gentil, foi alvo de bastante carinho em sua visita. O jornalista Nelson Capucho fez questão de lhe dar o seu último livro. Cláudio Osti, da Editoria de Política, também foi cumprimentá-lo pela excelente campanha do Grêmio.
E Vecchi afirmou que espera não só continuar mas melhorar o trabalho até agora realizado. Disse que, se tudo correr como espera, pode assegurar que no próximo campeonato brasileiro o Grêmio terá condições de fazer mais do que o realizado no certame que está terminando e que o objetivo inicial é pôr o time de Londrina entre os 4 primeiros do País.


Xerox-3
Jamais poderia imaginar que aquela simples reclamação de um aluno da UEL fosse deflagrar uma reação tamanha. Publiquei o comentário anteontem, recebi e passei repercussão ontem e, hoje, volto ao assunto devido à continua reação.
Para começar, a mãe de uma aluna do curso de Medicina faz eco em relação ao fato, contando que sua filha estuda em período praticamente integral. Só tem tempo para fazer algum tipo de xerox, que necessita, no horário do almoço. Daí, enfrenta dois tipos de problema: ou o local está fechado ou existe uma fila enorme. De qualquer modo, perde tempo, pode perder o almoço. A leitora sugere inclusive que a UEL adote esquema similar ao que, conta, existe em Umuarama. Lá, o estudante compra um cartão - do tipo cartão telefônico - e com ele tem créditos para fazer xerox. E faz sozinho. Fica a idéia.
Mas se Umuarama é elogiada, a Faccar, em Rolândia, não é. Um leitor, que estuda lá, escreve para reclamar que se cobra muito caro por folha de xerox. Explica que, como as aulas lá são à noite, se o aluno precisa de alguma cópia não tem alternativa: tem de fazer lá mesmo. E entende que o preço cobrado não deveria ser, como entende que é, tão mais elevado que nos estabelecimentos do ramo. Afinal, o aluno já paga pelo curso.
No caso da Faccar, creio que é uma questão a ser resolvida entre alunos e professores. Já por aqui, o problema reclama é um pouco de boa vontade.


Falta de respeito

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