Dona Ruth, residente no bairro Aeroporto, ligou reclamando que há mais de um mês a AMA deixou lixo em frente à casa dela. Apesar das reclamações, além da sujeira não ser recolhida, ela ainda aumenta. Não é a primeira vez que ela reclama. Dona Ruth conta que o terreno, particular, tem um mato enorme e virou depósito de lixo. Já apareceu até cobra na casa dela, vindo de lá. Reclamou várias vezes, sem qualquer resposta. O terreno fica na esquina da Luiz Rosseto com Santos Dumont.
A propósito de sujeira, foi realizada uma poda de árvores lá na rua Guararapes, trabalho necessário, embora a época não pareça a adequada (dizem que as árvores devem ser podadas em meses que não tem a letra ‘r’). Mas o problema é que podaram e deixaram a sujeira nas calçadas. O caminhão especializado para carregar o mato, não aparece. E os moradores do local é que sofrem.
Com as chuvas do outono que está começando, a situação ameaça ficar pior. O mato cresce, por toda parte, as ruas ficam sujas, muitos bueiros estão entupidos. O trabalho de limpeza das ruas, de corte do mato nos canteiros e praças se torna mais necessário e importante. Sem dúvida, nos orgulhamos de ser pé-vermelhos, mas não precisamos do barro e da sujeira para nos lembrar deste título que é, apenas, simbólico.


InsegurançaQuebra-molas e lombadas
As ruas de Londrina têm, atualmente, um total de 945 quebra-molas, conforme informou o titular do Ippul, engenheiro Mário Stamm Júnior, o que faz com que a cidade tenha a maior relação quebra-molas/veículo do País. Quebra-molas, vocês sabem, é o tipo de violência que só existe por causa da irresponsabilidade dos motoristas. Mas, como vocês também devem saber, o atual Código de Trânsito determina que eles só podem ser implantados em determinados pontos. No momento, o Ippul, depois de fazer o balanço, está precisamente fazendo o estudo para saber quais são legais e quais não são. O problema é que todos, ainda os que não sejam contemplados pelo Código, são necessários. De qualquer modo, o projeto é acabar com os que não estão de acordo com a lei.
Por outro lado, e para compensar, o Instituto está projetando a colocação de lombadas eletrônicas em outros 35 pontos. O instrumento é bom, ajuda realmente a reduzir a velocidade dos veículos. E, segundo Stamm Júnior, vai haver estudos no sentido de determinar a velocidade permitida em determinados pontos. Ele concorda que avenidas como a Santos Dumont devem ter limites maiores que os atualmente determinados. Mas esta é uma questão que será resolvida pela prefeitura. O Ippul só sugere.


Sujeira

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