O secretário municipal de Obras, Aloysio Crescentini de Freitas, garantiu ontem que as obras vão continuar e que a Praça Marechal Floriano Peixoto terá de ser interditada para que não haja riscos para os pedestres. Ele apontou, porém que os artesãos serão retirados ''porque não tem como concluir a obra'' se permanecerem onde estão. A expectativa é que tudo esteja pronto antes do Natal.
Ele explicou que o petit-pavet será todo reassentado com cimento para evitar que se desprendam, mesmo procedimento usado no Calçadão. A praça não sofrerá alteração no seu desenho mas receberá rampas para deficientes físicos e piso tátil para portadores de deficiência visual. Bancos serão trocados e o banheiro reformado. O custo da obra foi estimado entre R$ 40 e R$ 50 mil.
Juntamente com a reforma da praça, a prefeitura dará continuidade às obras no Calçadão, que será estendido até o trecho da rua Maranhão, em frente ao Shopping Royal Plaza. A revitalização da Praça Rocha Pombo deverá ser iniciada no início de 2004.
Um ponto da reforma que já provocou polêmica no primeiro dia de obras é a poda e a troca de árvores. Ontem, podas de árvores e o corte de uma amoreira provocou revolta em alguns munícipes. E a possibilidade de que dois ''flamboyant'' sejam cortados hoje promete acirrar os protestos. Um técnico da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema) explicou que a amoreira foi retirada porque é hospedeira da praga ''erva de passarinho'' que estava matando outras espécies. O titular da Sema, padre Dirceu Fumagalli não confirmou o corte dos ''flamboyant''. Disse apenas que estava prevista a substituição de algumas espécies.

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