Praça
Gente que faz
7- Sebastião de Almeida Mendonça
Este piracicabano, vocacionado para ensinar, que começou exatamente como professor, não foi um dos que chegou ao Paraná por Londrina. Ele primeiro foi a Curitiba. A Londrina, Sebastião de Almeida Mendonça chegou em 1959. Sua fama o precedeu, uma reportagem em revista contava sobre seu trabalho com hipnose. Convidado pelo professor Zaqueu de Mello, deu aulas de matemática, filosofia e psicologia. Estudioso, dedicado, granjeou respeito e logo, em 1960, tornou-se presidente da Associação dos Professores, sucedendo ao sempre inesquecível Odéssio Franciscon.
Psicólogo, Sebastião é casado com Nadyr, da mesma profissão, tem duas filhas, Fernanda (da mesma profissão, trabalhando em Curitiba) e Renata (''a única normal da família, é dentista e trabalha em Florianópolis'', diz). O professor seguiu trabalhando e lutando pela Londrina que adotou. Participou da organização do Ilece, ao lado de Kazuê Udihara. Ali, ele faz trabalho de psicólogo até hoje.
Trabalhou na criação do Cesulon, que é hoje a Unifil, outro dos orgulhos de Londrina. Ajudou na formação dos laboratórios da Cesulon e da UEL. Na área de trabalho, ministrou cursos de hipnose, inclusive um, de que sempre lembra, com 14 dentistas, ministrado aos profissionais como auxiliar no tratamento aos seus clientes.
Foi consultor de empresas e prefeituras, assim como a filha, consultora em Curitiba. O profissional não pára. Nem pensa. Sebastião, que já fez grandes tarefas, continua firme. Atende em sua residência e lembra que a idade e o conhecimento o tornam muito procurado. E faz questão de continuar não só trabalhando mas também distribuindo suas vocações inclusive a religiosa ele que é hoje membro atuante das Igrejas Católicas de São Vicente de Paulo, para quem necessita. Afinal, depois de tanto que já fez, Sebastião é gente que faz!
Vale do Rubi
Leitor fala a respeito do Vale do Rubi que ''poderia ser um ponto de atração
para a população, igual ao Igapó'', diz ele. Mas não é. Com um detalhe: segundo o leitor, a população do local ajuda, participa. Falta, como de hábito, a maior interação da autoridade pública. ''Poderiamos ter mais um belo local de lazer'', diz o senhor Marcelo. ''É apenas uma questão de trabalho e disposição, entrosamento das autoridades e, sem dúvida, vontade de dar algo mais a Londrina'', completa.





