O Relojão
  Na segunda-feira, um susto: o Relojão do alto da Papelaria Central (que o herdou, há muito tempo, do Banco da América) estava parado. É o Big Ben desta pequena Londres. Em outra oportunidde, o responsável pelo relógio, o senhor Urias da Papelaria, disse que havia problemas. O mecanismo era antigo, reparos sempre foram complicados. Mas ele conseguia. E conseguiu de novo. Na terça-feira, o relógio estava lá, mostrando as horas para Londrina.
  Entretanto, as dificuldades continuam. O senhor Urias tem despesas para manter o relógio. E dizer que a presença dele representa publicidade é certo, mas nem tanto. Ademais, não há porque uma pessoa só arcar com uma despesa que resulta um benefício para a populaçao.
  Seria oportuno que Londrina, especialmente por seus poderes constítuidos e, quem sabe, até por algum tipo de ONG, aprofundasse o assunto, procurasse o senhor Urias, assumisse um pouco mais da despesa e da manutenção do Relojão. É nosso e deve continuar dando as horas a Londrina, ainda mais neste ano do seu 70º aniversário.
Correção
  No ‘‘Gente que faz’’, publicado ontem, o nome do personagem saiu com erro. O certo é Alexandre Rocha Filho.
Retificação histórica
  Com apenas 70 anos, Londrina já tem erros em sua História. É, até certo ponto, normal. Os historiadores dizem que muitos fatos são escritos por pessoas interessadas. Viu-se ao longo da História personagens que contaram o que lhes interessava.
  O jornalista Widson Schwartz, que recebe em fevereiro o merecido título de Cidadão Honorário de Londrina, prepara uma publicação a respeito em que vai desmistificar certas coisas que, até agora, eram tidas como reais. É bom. Conhecer a História real, avalia-la. Será uma expressiva contribuição à História de Londrina.
Segurança
  Londrina recebeu um grupo de futuros soldados militares no 5º BPM. Boa notícia, completada pela informação de que o governador Roberto Requião, que esteve aqui, sobre o lançamento de dois novos programas, o Policiamento Ostensivo Volante e a Patrulha Escolar.
  Prevenção, na área da segurança como em qualquer outra, é valiosa. Marginal não é burro. Procura lugar com menor risco para agir. Se tivermos mais policiais nas ruas, mais viaturas correndo a cidade, mais pessoas preparadas para prevenir, o crime vai reduzir. E o Estado estará cumprindo uma de suas missões precípuas. E constitucionais.

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