Praça
Último dia
Estamos aí, de novo, em mais um 31 de dezembro! Termina 2003. À noite, se Deus quiser, muita festa. Fogos, vibração. Lindo. Relativo. Se a gente tem TV a cabo, percebe: agora de manhã, quando ainda houver muito sono, já será ano novo no Japão. O dia inteiro a folhinha vai mudar. Quando nós chegarmos à meia-noite, do outro lado do mundo já estarão no dia 2. Mais uma coisa: no momento em que festejarmos a passagem de ano, por aqui, estaremos enganados. Estamos no ''horário de verão'' o que quer dizer que o ano só virá, mesmo, à 1 da manhã. Tem outra coisa: todas estas mudanças tem a ver com os que vivem por aqui e se regem pelo calendário cristão. Para muçulmanos, judeus, budistas, chineses, tantos outros, este dia é um dia comum. Em Israel, falam que é o ''dia de Silvestre''; e para os cristãos, o 31 de dezembro é data consagrada a ele, o nosso São Silvestre.
É convenção, mas é bonito, é válido. Aproveitemos para o balanço, para lembrar o que foi e pensar no que será. Para dizer para os que estão a nosso lado ''feliz Ano Novo'', para proclamar esta mensagem a todos. Palavras tem poder. Alegria tem poder. E é tão mais fácil ser alegre.
Mensagem
Neste ano que está no fim e em que tive a alegria de ter contato com tanta gente, houve uma leitora que, para mim, se tornou emblemática. Ela teve a coragem de dar uma opinião forte sobre a situação dos pombos, emfrentou a ira de outra leitora, manteve a tranquilidade, autorizou-me a dizer-lhe o nome, o que não fiz na época, liga sempre para cá e para casa, mandou-me uma linda mensagem que transmito a vocês:
''Seja a paz o clamor do mundo, numa só voz! Que se possa ver, em cada um, o Cristo e o Cristo se veja em cada um de nós''. Está assinado Irene Cruz
Correia.
O que dona Irene deseja aqui, alvitramos a todos. A todos quantos mandaram cartões, mensagens, aos que ligaram, aos que vieram pessalmente, aos que encontramos por esta nossa Londrina. Torna-se quase impossível citar todos, pessoas, entidades. Pessoalmente sinto por todos quantos acompanham este espaço um carinho enorme. A vontade, mesmo, é a de abraçar a cada um. E de, pelo menos, transmitir não uma palavra vã mas a certeza grande de que estamos, todos, abençoados e que, juntos, com o Nosso Pai, caminhamos pela vida felizes e gratos.
Até 2004, se Deus quiser!





