Praça
Cinema e trabalho
Esta semana foi divulgada nota sobre os novos cinemas do Catuaí e as obras que propiciaram um novo local de entrada. Acontece que a reforma ainda não terminou. O Catuaí 1 continua com a entrada antiga e a mesma bomboniere. Ali, só mudou o local para a compra de ingressos. Entretanto, a informação é que a reforma também vai chegar lá e que brevemente a entrada do cinema também se fará pela nova área. A informação também é a de que, com isto, a bombeniere ali existente será desativada.
Ninguém discute o grande trabalho dos responsáveis, nem o fato de que as mudanças, além de darem mais condições aos espectadores, certamente oferecem mais empregos, também. Mas ficam as dúvidas sobre as pessoas que, atualmente, trabalham naquela bomboniere: terão os empregos mantidos ou serão dispensadas?
Até agora, não houve respostas. Até mesmo as pessoas que trabalham ali nada sabem. Para elas, haverá mudança mas sem dispensa. É o que se espera. Os cinemas do Catuaí estão realmente bonitos, a reforma era necessária para oferecer mais ao público. Mas a gente espera que não haja redução de empregos por causa das muanças.
A lenda do panetone
O panetone, pão doce recheado de passas e frutas cristalizadas, é o doce tradicional do Natal dos italianos e sua história parece um conto de fadas.
Estima-se que os 57 milhões de italianos consomem, em média, dois panetones e meio (2,5 kg) por família nas festas natalinas. E sua fama ultrapassa as fronteiras da Itália, viajando junto com os imigrantes italianos e fixando-se como tradição natalina em países como Brasil e Argentina, e com a exportação para França, Alemanha, Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha, Espanha, etc.
O verdadeiro auge do panetone ocorreu em 1919, imediatamente depois da Primeira Guerra Mundial. O mérito foi de um jovem confeiteiro milanês, Angelo Motta, cujo nome batizou uma das marcas mais conhecidas do país.
Motta revolucionou o panetone tradicional, dando-lhe a forma atual de cúpula alta. Para isso, alterou a receita da massa, fazendo-a crescer três vezes mais, um processo que dura 20 horas, antes de levá-la ao forno, a fim de obter um pão leve e esponjoso.
Pouco depois, outro confeiteiro, Gioacchino Alemagna, que também deu seu nome a uma marca tradicional, adotou a receita e os dois entraram numa disputa que levou à produção industrial do panetone.





