Praça
O centro
Semana passada foi feita a reclamação dos comerciantes do centro sobre a falta de iluminação da região, principalmente nesta época. Estão certos. Até que a cidade na área do Calçadão está bem. Mas graças ao comércio. Um enorme número de luminárias está apagada. Se não fossem as casas comerciais e isto fica bem evidente na região em que há bancos, com pouca luz teríamos quase um blecaute no centro.
Falta, também, segurança. Pouco policiamento para uma área central e bastamte movimentada, em especial à noite. Também não há qualquer tipo de atração para o público infantil. Quer dizer, é época de Natal, fala-se muito de Papai Noel, de presentes, mas nem o ''bom velhinho'' é visto por lá.
Um episódio à parte é a limpeza. O serviço, em toda a região central, é dos melhores. A gente vê e sente a cidade limpa, o que é sem dúvida muito bom. Mas é inegável que isto é pouco se a gente fala em conseguir, efetivamente, reativar o centro da cidade.
Não se pode esqucer do estacionamento. Pouco e caro. Continua a ser outro problema em qualquer época. Nem isto foi adequadamente resolvido até agora.
Inseminação artificial
O Senado italiano adotou uma lei sobre inseminação artificial que impede, entre outras coisas, a inseminação heterogênea, realizada através de uma pessoa externa ao casal.
A lei foi duramente criticada pelos setores leigos da sociedade italiana, que a consideram excessivamente católica.
O Senado aprovou a lei por 169 votos a favor e 5 abstenções.
Entre os pontos mais criticados da lei está a proibição de inseminação heterogênea autorizada em outros países da Europa, como Espanha, Alemanha e Áustria pois proíbe a um casal que não pode ter filhos resolver o problema através de uma terceira pessoa.
Outro ponto que causou divisão entre os parlamentares católicos de todos os partidos e seus colegas leigos foi o que impede as mulheres que vivem sozinhas de terem acesso à inseminação artificial.
O texto deverá ser novamente submetido a votação na Câmara dos Deputados para entrar em vigor.
A nova disposição proíbe, ainda, a inseminação depois da morte de um dos cônjuges e a de casais de homossexuais.
Outra disposição criticada é a que prevê a criação de um máximo de três embriões para cada mulher, os quais devem ser obrigatoriamente implantados.





