Londrina - 70 anos
Meu pai é quem dizia, com propriedade: no dia imediato ao aniversário, já se está vivendo o ano novo. Assim, Londrina, que ontem completou 69 anos, já está no seu 70º aniversário. Vão começar a falar disto, certamente, no próximo ano, quando a data oficial estiver perto. Mas nós podemos e penso até que devemos pensar em termos desta cidade setentona, que vai se tornando (e que nós vamos transformando) em uma metrópole cada vez mais fabulosa.
Londrina, com seus 70 anos, ainda tem seus pioneiros entre nós. São poucos, estão terminando, mas ainda estão por aí, muitos até ainda oferecendo sua contribuição importante à vida da cidade. Pena que muitos estão esquecidos. Temos de lembrá-los, buscá-los e até ouvir o que têm a contar, porque viveram esta História.
E não podemos esquecer do melhor, daqueles que (como o autor desta coluna) chegaram depois, vieram para cá nos anos 40, 50 e mesmo mais recentemente, pois também ajudaram e ajudam a fazer esta Londrina que é de todos nós. Todos temos um pouco a contar e todos, de um modo ou de outro, participamos destes 70 anos cada vez mais produtivos desta nossa cada vez mais querida Londrina.

Combate oficial à obesidade
O Senado dos Estados Unidos aprovou terça-feira um projeto de lei que busca combater a obesidade, problema que adquire características de epidemia entre os americanos.
''Esta legislação toma um caminho equilibrado, inovador e aberto para aumentar o conhecimento público sobre como a nutrição, o exercício físico e um estilo de vida saudável podem reduzir os riscos ligados à obesidade e melhorar a saúde geral de nossa Nação'', disse Bill Frist, líder da maioria republicana no Senado e um dos autores do projeto ''Impact''.
A obesidade atinge mais de 60% dos adultos e 13% das crianças nos Estados Unidos, onde a cada ano cerca de 300 mil mortes são associadas ao excesso de peso.
A lei destina 60 milhões de dólares no ano fiscal de 2004 para projetos comunitários de combate à obesidade, incluindo programas escolares e clínicas médicas.
Aqui não temos leis, mas enfrentamos o problema, igualmente. Talvez não seja tão grave quanto outros, mas para quem sofre da obesidade este é um mal sério, exigindo medidas pessoais e coletivas. Ou corremos o risco de ser um país com fome e com obesos. Não é, diga-se, diferente dos norte-americamos, que também tem seus pobres. E sofrem com ambos os problemas, como nós.

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