Ônibus no centro
A propósito do comentário sobre o fato de que a maioria das linhas de ônibus passa longe da área central, um leitor ligou para contestar, afirmando que o Psiu circula precisamente na referida faixa. É correto, mas importa observar que este tipo especial de coletivo só serve a dois pontos da cidade. Quem vem ao centro pelo lado da Higienópolis ou do Catuai não tem facilidde. Terá de descer longe do centro se usar o ônibus.
A propósito, já se sugeriu, até, que fossem criadas outras linhas do Psiu, o que facilitaria para muitos usuários. A informação, porém, é que isto depende de autorização expressa e de uma série de fatores.
A impressão é que a questão sobre o que Londrina quer em relação ao trânsitoá se privilegiar carros ou ônibus, no centro, ou dar vez só aos pedestres precisaria ser discutida de modo mais amplo, pela coletividade. Há que se conceituar, inclusive, a filosofia do trânsito, pela área central.
Atualmente, não se percebe uma discussão maior a respeito. É preciso, inegavelmente, um estudo profundo que conduza a uma definição clara. Só deste modo é que se chegará a um consenso a respeito.

Poluição e coração
Os picos de poluição atmosférica podem desencadear crises cardíacas, especialmente em fumantes, informaram, em Orlando, Flórida, pesquisadores reunidos em uma conferência da Associação Americana de Cardiologia.
Quando a poluição alcança um nível mais elevado, durante um período de 18 dias ao ano na região da França estudada, os riscos de crise cardíaca são 161% mais altos na população em geral e 250% mais elevados nos fumantes, explicou o cardiologista francês Yves Cottin, da Universidade de Dijon, que dirigiu os trabalhos.
Os pesquisadores notaram ''um aumento de 91% nos ingressos (hospitalares) entre a população em geral, maior ainda entre os fumantes'', quando o nível de poluição ''por partículas finas, de menos de 10 mícrons, principalmente atribuídas a combustíveis, supera os 25 microgramas por metro cúbico'', continuou o especialista francês.
''É um argumento a mais contra o cigarro e uma advertência para as pessoas em risco para que não saiam e se abstenham de fazer atividades intensas durante os picos de poluição'', disse o doutor Cottin.
Na região, com menor índice de poluição, é válido o conhecimento da realidade para uma atitude preventiva.

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