Cinema e música
Hoje, na Associação Médica de Londrina, o Departamento Cultural programou uma atração das melhores no seu ''Cinema em vídeo'' semanal. A atração é ''O Show Deve Continuar'', produção de 1979, assinada pelo fantástico Bob Fosse, tendo no elenco Roy Scheider, Jessica Lange e Ann Reinking.
O filme conta a história de um diretor de teatro e cinema, especialista em musicais, que sofre um enfarte, mas continua trabalhando e amando em excesso. O musical acompanha a trajetória do diretor rumo à autodestruição.
Fotografia requintada de Giuseppe Rotuno, direção musical perfeita de Ralfh Burns e coreografia inspirada do próprio Bob Fosse. Recebeu 4 Oscar e a Palma de Ouro em Cannes. O ''Cinema em vídeo'' é apresentado a partir das 17 horas.
E, na segunda-feira, nos ''Encontros Musicais'' que começam às 20h30, será apresentado um recital de violino, ao vivo, com os alunos do professor Evgueni Ratchev. Apresentação dos ''virtuosos mirins'', alguns debutando no palco e no violino. Apresenta-se também o talentoso Matheus Garcia, premiado em 2001, como a maior revelação musical do ano.

Brasil violento
O Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking de países com mais mortes violentas e assassinatos. A primeira posição continua sendo da Colômbia, enquanto a Rússia, segunda, registra o dobro de falecimentos violentos em relação aos Estados Unidos, onde a situação melhorou sensivelmente, de acordo com um estudo francês publicado ontem na revista População e Sociedades.
''A irrupção da crise mental em toda a esfera soviética e os suicídios no Japão são os fatos mais importantes do estudo sobre mortes violentas (assassinatos, suicídios, acidentes de trânsito, de trabalho ou inundações), que toma como referência 30 países'', explicou o autor da pesquisa, Jean-Claude Chesnais, do Instituto Nacional de Estudos Demográficos (INED).
A proporção de mortes violentas sobre o total de falecimentos é de 24% na Colômbia, 18% na Rússia, 13% no Brasil, 8% na França e Japão, 4% na Alemanha e 3% no Reino Unido.
''O Reino Unido, com uma população similar a da França, tem um número de mortes violentas duas vezes menor'', destaca o estudo.
''A Rússia, cuja população é a metade da americana (143 milhões contra 285), tem duas vezes mais mortes violentas'', informa um trecho dos documento.

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