Ônibus no centro
A propósito da questão relativa ao maior uso de ônibus, o senhor Carlos veio à Praça com uma ponderação inteligente. Ele conta que trabalha no centro e mora no fim da rua Guararapes. ''Para ir para casa, é fácil: posso pegar o ônibus da TIL na rua Pará, em frente ao Mãe de Deus e descer quase na porta de casa. Mas para vir de lá para o centro, a coisa complica''.
O leitor explica que os ônibus que sobem a Humaitá vão pela Higienópolis e descem para o Terminal. ''Passam longe da área central''. E faz até outra observação: ''Fora o ônibus da TIL, só passam pela rua Pará, em frente ao Máe de Deus, o coletivo da Vila Brasil e o Anel Central. Quer dizer, se eu quiser pegar TCGL para ir para casa, vou ter de subir até a Higienópolis''.
Para o senhor Carlos, a explicação é simples: ''O trânsito, em Londrina, é feito em função dos automóveis e não dos coletivos''. O leitor entende que isto só mudará se houver um esforço genuíno dos responsáveis pelo trânsito, incluindo uma mudança de mentalidade. Quer dizer, é efetivamente um desafio para quem pensa e cuida do trânsito na cidade. E para as empresas de ônibus.
Câncer da mama
Especialistas em câncer de mama conseguiram demonstrar a possibilidade de bloquear e, inclusive, inverter o avanço do câncer da mama em ratos, atuando sobre um gene que parece inibir esta doença. De acordo com a equipe de cientistas americanos, canadenses e suíços que realizou a pesquisa, esta descoberta identifica novos alvos moleculares para medicamentos de prevenção ou erradicação do câncer de mama.
''É muito estimulante, nossos resultados sugerem uma forma de modificar a progressão biológica do câncer de mama para tratar com mais eficácia e, inclusive, potencialmente prevenir esse câncer'', comemorou Robert Cardiff, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Califórnia em Davis, que dirigiu o estudo.
Os cientistas demonstraram que a desativação de apenas um gene, chamado de ''beta-1 integrado'', foi o suficiente para prevenir ou deter o crescimento do câncer de mama em ratos.
O trabalho foi apresentado domingo durante a 24 conferência da International Association for Breast Cancer Research.
Perda
Morreu Rachel de Queiróz. Uma excepcional pessoa, uma perda para o Brasil e para a humanidade.

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