Carros nas ruas
Chega a ser assustador o volume de automóveis nas ruas da cidade. Nos chamados horários de pico, então, é arrepiante. Por causa disto, há congestionamentos que tiram a paciência de qualquer um. A consequência pode ser pior, porque a impaciência gera atitudes que aumentam os perigos.
Um motorista de táxi comentava, afirmando que uma das causas é o fato de que boa parte dos que dirigem, mesmo habilitados, não ''sabe guiar''. Pode ser, mas é certo que o aumento constante no total de carros em circulação torna dirigir uma atividade estressante.
Quando se observa que a maioria dos carros circula com um ou no máximo dois ocupantes (contando o motorista) tem-se que a alternativa para reduzir o volume de veículos nas ruas seria buscar o transporte alternativo, no caso, principalmente, o ônibus. Mas as pessoas se queixam, afirmam que os coletivos estão sempre cheios, demoram a passar.
Para muitos, ter carro, andar de carro dá ''status''. Talvez seja esta a mudança mais difícil, a de mentalidade. E, quando se vê a situação, percebe-se que isto precisa mudar para que se comece a pensar em soluções para o caótico trânsito de Londrina.

Osteoporose
Cientistas islandeses identificaram variações de um gene vinculado à formação óssea, cuja presença triplica o risco de desenvolver osteoporose, segundo estudo publicado segunda-feira nos Estados Unidos. Estudos da companhia islandesa Decode mostraram que as três variações do gene BMP2 parecem aumentar as chances de desenvolver a doença.
Os cientistas identificaram 207 famílias com vários membros doentes de osteoporose e procuraram pontos em comum em seus genomas, descobrindo uma área no cromossomo 20 que contém 6 genes, quatro deles vinculados à formação óssea.
Segundo os autores do estudo, a análise dos genomas de 705 pessoas permitiram identificar o BMP2, cuja sequência entre 188 pacientes permitiram descobrir variações que triplicavam o risco de sofrer desta doença.
Para os pesquisadores, a descoberta permitirá não só desenvolver medicamentos contra a osteoporose, mas também exames de DNA que permitam diagnosticar as pessoas que correm o maior risco. A osteoporose é o enfraquecimento dos ossos relacionado com a idade.

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