Praça
Estacionamento e coletivos
Até a Zona Azul, o estacionamento pago nas ruas do centro, deve subir. Enquanto isto, insiste-se no maior uso dos coletivos que podem ser um meio bem mais barato (e também mais seguro) de transporte. Entretanto, há uma dificuldade, colocada por vários usuários do transporte coletivo urbano. As queixas são em relação aos ônibus muito cheios e à frequência que não é considerada satisfatória. Um leitor, em carta ao jornal, queixa-se amargamento do sistema de transporte urbano, exatamente por estes dois motivos.
Por seu turno, os responsáveis pelo transporte coletivo também reclamam: ponderam que por falta de usuários é que não podem oferecer um serviço melhor. Assim, ficamos em uma espécie de círculo vicioso: muita gente não usa o ônibus por causa da lotação e dos horários e as empresas assinalam que precisam de mais usuários para melhorar o serviço.
É necessário que se busquem soluções. Vale sempre assinalar, o incentivo ao transporte coletivo urbano é importante já que o trânsito da cidade sai ganhando se houver menos carros em circulação. Um bom serviço de transporte coletivo, afinal, ajuda a todos.
Marilyn na AML
O Cinema em vídeo de hoje, atração semanal da Associação Médica de Londrina, traz um dos mais divertidos filmes da inesquecível Marilyn Monroe. Trata-se de ''Quanto mais quente melhor'', grande produção de Billy Wilder que tem também Tony Curtis em uma excelente interpretação. O Cinema em Vídeo, promovido pelo Departamento Cultural da AML, tem entrada franca e começa às 17 horas.
Outra boa atração cultural da Associação Médica é oferecida nesta segunda-feira, nos ''Encontros Musicais''. No programa, o Requiem, de Verdi, com o coro e orquestra do Festival de Edimburgo, sob a regência de Cláudio Abbado. Começa às 20h30.
Praça feia
A informação é que estão revitalizando a Praça Marechal Floriano Peixoto, no centro de Londrina. Mas o quadro que se tem ali, nos últimos tempos, é muito negativo. Uma parte do calçamento está desmanchada e não se ve ninguém trabalhando por ali. Muitos artesãos que faziam ponto lá deixaram o local, mas isto não melhorou em nada a situação.
Uma barraca ainda está funcionando por lá, com morangos e derivados. Do modo porém como a Praça está, as pessoas não se sentem muito estimuladas a visita-la.





