Notícias sobre a união de comerciantes para realizar, conjuntamente, obras de reparos nas calçadas que ficam diante de seus estabelecimentos causaram certo espanto. Não pela união, que é interessante e pode dar bons resultados, mas pela informação de que o movimento iria tentar recursos da Prefeitura, como meio de ajudar na realização da obra.
Ora, se a Prefeitura decidir ajudar alguém a fazer calçadas, vai ter de estender a iniciativa para todos os londrinenses. E, certamente, não vai haver recursos para isto. Quem tem a obrigação de cuidar e manter as calçadas são precisamente os proprietários dos imóveis. Não se exige que façam nada suntuoso mas que ofereçam condições de segurança para quem passa pelo local.
Muitos donos de terrenos tem cuidado bem de suas calçadas. Há trechos em que se percebe o cuidado e a preocupação que é, entre outras coisas, prova de cidadania e de amor pela cidade. Também se pode perceber que em, muitos pontos, tem havido o cuidado mínimo para cobrir buracos e dar mais segurança aos pedestres. Não precisa mais que isto. A Londrina maravilhosa de todos nós merece este esforço de cada um.

Mulher e coração
Ataques cardíacos e derrames matam duas vezes mais as mulheres que todos os tipos de câncer somados, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) no maior estudo já feito sobre doenças cardíacas e publicado às vésperas do Dia Mundial do Coração, que se celebrou no domingo.
''Embora muitas mulheres temam o câncer, particularmente o de mama, elas não fazem os mesmos esforços para se salvar da doença cardíaca, que é eminentemente evitável'', afirmou em uma declaração Catherine Le Gales-Camus, assistente do diretor-geral da OMS.
''Nós precisamos nos esforçar para tornar as mulheres conscientes de que, para manter seus corações saudáveis, elas precisam comer corretamente, parar de fumar e se movimentar'', continuou.
A agência de saúde das Nações Unidas e a Federação Mundial do Coração promoveram atividades no domingo para aumentar a conscientização sobre as doenças cardíacas, que matam 16,5 milhões de pessoas por ano 8,6 milhões de mulheres.
Para coincidir com o Dia Mundial do Coração, a OMS também publicou a maior coleção de relatórios sobre a doença, que reúne informações de estudos feitos em 21 países entre meados dos anos 80 e 90, informou Hugh Tunstall-Pedoe, editor do documento.

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