PRAÇA
Ônibus e shopping
A propósito da questão colocada ontem neste espaço sobre o uso do transporte coletivo, a senhora Ester resolveu fazer um comentário. Conta que, no sábado passado, fez a experiência: foi ao Shopping Catuaí de ônibus. ''Foi uma coisa muito difícil. Ônibus lotado, as pessoas penduradas. Cada vez que o veículo freava ou quando fazia uma curta, os passageiros tinham de fazer equilibrismo''. O resultado da experiência foi ruim. Dona Ester resolveu voltar de táxi, apesar do custo.
''Penso'' ela comentou ''que para que haja real estímulo para usar o coletivo quando se vai ao shopping seria necessário que se aumentasse a frequência, oferecendo mais ônibus para os interessados''. Outra sugastão da leitora foi a implantação de uma linha do Psiu. ''Como o shopping funciona até 22 horas, também nos sábados e domingos, poderia haver, ainda que seja só naqueles dias, uma linha especial do Psiu'', sugeriu.
''Com mais ônibus e com uma linha especial do Psiu, acredito que haveria um real estímulo para se ir ao Catuai sem o carro, com economia para todos'', completou a leitora.
Câncer de útero
Pesquisadores americanos apresentaram os resultados satisfatórios de uma vacina contra um vírus que provoca o câncer de colo de útero, dentro do Congresso Mundial de Doenças Infecciosas realizada em Chicago. O estudo sobre a vacina, desenvolvida pelo grupo Glaxo SmithKline, mostrou uma eficácia de 100% contra o vírus do papiloma humano (HPV), igualando os resultados de uma vacina elaborada pelo grupo Merck e revelados no ano passado.
O autor desta nova pesquisa, o doutor John Schiller, recomenda a vacinação de todas as adolescentes para que fiquem imunes a este vírus transmitido sexualmente. ''Considerando que aparecem mais de 500.000 casos de câncer de colo de útero por ano no mundo, a vacina poderia reduzir 70% desses diagnósticos'', declarou o doutor Schiller, do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos.
A vacina pode estar no mercado em um período de três a cinco anos.
Outros especialistas reunidos no congresso de doenças infecciosas destacaram os programas de vacinação em curso, contra a varíola nos Estados Unidos, a pólio nos países pobres e a gripe nos países industrializados.
A vacinação contra a varíola, decidida nos Estados Unidos pelos militares, se destinou a 25% das tropas.





