PRAÇA
Guerra aos pombos
Além do ''ataque'' às árvores, já comentado neste espaço, acontecem outras ações na ''luta'' contra os pássaros que tentam viver em Londrina. Uma das mais comuns é o uso de bombinhas para evitar que as aves permaneçam nas árvores, à noite. As explosões são ouvidas por vários pontos da cidade, sempre acompanhadas por revoadas dos pássaros, desalojados de seus locais de repouso.
Apesar do posicionamento de algumas pessoas, em defesa dos pássaros, não se nota nenhuma ação efetiva no sentido de enfrentar a questão que envolve aspectos ecológicos e humanos. O uso de bombinhas, a ação contra árvores, entre outras coisas, não resolvem nada. O que é necessário é um posicionamento concreto, principalmente das autoridades envolvidas com questões do meio ambiente.
O assunto já deixou de ser apenas uma questão relativa ao que se convencionou chamar de ''politicamente correto'' para enveredar até pela própria discussão em torno do equilíbrio ecológico e da existência dos seres vivos no planeta.
Persistindo esta falta de atitudes e decisões, a situação pode atingir um nível insuportável.
Meio ambiente
Uma mudança radical nos padrões climáticos globais está causando danos irreversíveis ao meio ambiente, alertou um estudo divulgado pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) durante o V Congresso Mundial sobre Parques (World Park Congress), que se realiza em Durban, África do Sul.
Os recifes de corais estão ameaçados por causa do branqueamento (que atesta sua morte), glaciares estão derretendo e espécies e comunidades estão sendo forçadas a migrar, resultando na perda de animais raros, denunciou o estudo.
''Tornou-se muitíssimo claro que as mudanças climáticas são uma nova e grande ameaça às áreas protegidas'', disse o diretor-geral do WWF, Claude Martin. ''Os líderes mundiais precisam dar passos imediatamente para reduzir as emissões de dióxido de carbono se quiserem evitar um dano irreversível às áreas protegidas do mundo'', disse Martin aos jornalistas no segundo dia da conferência, da qual participam cerca de 2.500 ambientalistas de mais de 170 países.
O congresso, dirigido pela União Mundial de Conservação e que se realiza a cada dez anos, faz um balanço das áreas protegidas ao redor do mundo e estabelece prioridades para salvaguardá-las.





