Propaganda na TV paga


Alguns leitores apresentam curiosa queixa: reclamam do que consideram excessivo número de proagandas na chamada TV paga, a TV a cabo. ''Na TV aberta'' pondera um deles ''a inserção comercial é normal. Afinal, o usuário não paga nada pelo sinal. Então, a propaganda surge como elemento fundamental para que se tenha TV em casa, de graça. Mas na TV paga, a situação é diferente''.
Com efeito, conforme a própria definição, o usuário paga uma mensalidade para ter direito ao acesso da TV a cabo. ''O valor pago deveria ser suficiente para garantir a programação'', afirma um dos reclamantes. ''O que acontece, porém, não é isto. O usuário, no caso assinante, acaba sendo praticamente afogado em tantos comerciais''.
Os leitores lembram, ainda, que existe regulamentação específica para a TV aberta, em relação ao tempo que é destinado à publicidade. ''Ao que parece, isto não existe para a TV a cabo''. A maior reclamação está ligada aos canais que apresentam programas esportivos. ''É uma avalanche de propaganda que estoura a paciência de qualquer um'', afirma um dos leitores que ainda lamenta não ter a quem reclamar.

Coração e ereção

Mais de 50% dos homens que sofrem de insuficiência cardíaca crônica têm também disfunção erétil, segundo um estudo do cardiologista italiano Massimiliano Basso, divulgado em Viena durante uma conferência da Sociedade Européia de Cardiologia. O doutor Basso afirmou ter chegado a essa conclusão a partir de um estudo feito com um grupo de 66 homens que vinha sofrendo de insuficiência cardíaca por um período médio de dois anos. Ele descobriu que 69% destes homens não mantinham relações sexuais regularmente. ''Nosso estudo mostra que dois em cada três pacientes não têm relações sexuais regulares e um, em cada quatro, nunca mais fez amor'', explicou.
Vinte e sete por cento dos homens que participaram do estudo disseram evitar o sexo por medo de sofrer um ataque cardíaco e 52% disseram ter que se esforçar muito para atingir ou manter uma ereção. Trinta e cinco por cento reclamaram que seus parceiros evitam o sexo por medo de piorar seus problemas cardíacos.
As conclusões de Basso foram publicadas na edição de setembro da Revista Européia do Coração e foram apresentadas durante conferência da Sociedade Européia de Cardiologia.

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