PRAÇA
Problema ecológico
Há algum tempo, a sugestão de uma leitora para que se comessem os pombos, que estão por toda a cidade, foi frontalmente contestada por uma leitora que considerou a idéia quase criminosa. Acontece que o problema está aí e não se vislumbram soluções.
Tem gente que, para afastar os pombos, usa bombinhas. Em alguns pontos de táxi, onde há árvores pequenas, as pessoas tentam afastar as aves balançando os arvoredos. Mas na esquina das ruas Espírito Santo com Souza Naves, defronte da Santa Casa, há árvores grandes. Então, as pessoas batem com objetos, igualmente tentando evitar que os pássaros passem a noite por lá. O resultado é vísivel: as árvores ali estão bastante danificadas. Podem até morrer.
Os donos de automóvel dizem que o que as aves lançam do alto, quando caem nos carros, danificam e muito a pintura. É um prejuízo. Mas matar árvores também não é o melhor modo para resolver o problema.
Seguramente é um problema para os ecologistas e todos quantos se preocupam com o assunto. O que é certo é que alguma coisa precisa ser feita para enfrentar esta situação.
Antiinflamatórios e aborto
O uso de antiinflamatórios não esteróides, como a aspirina, durante a gravidez, aumenta o risco de aborto natural, revela um estudo realizado por uma equipe americana, publicado pelo British Medical Journal (BMJ). De-Kun Li e seus colegas do Instituto de Pesquisa da Fundação Kaiser fizeram a pesquisa com 1.055 mulheres grávidas.
A análise das consultas médicas dessas mulheres concluiu que o uso de antiinflamatórios não esteróides aumenta em 80% o risco de aborto, que é maior quando o medicamento é ingerido durante o período da concepção ou de forma contínua durante mais de uma semana de gravidez. O uso de aspirina revela resultados similares, enquanto o paracetamol (usado como analgésico) não representaria risco algum.
O uso de medicamentos desde a última menstruação, as gestações anteriores, os riscos conhecidos ou possíveis de aborto e o meio sócio-cultural foram algumas das perguntas feitas às mulheres que participaram do estudo.
O uso deste tipo de remédio pode deter a produção de prostaglandina, o hormônio necessário para que o embrião se instale corretamente no útero.





