Feriado no domingo
Um feriado que coincide com o domingo. O Dia da Pátria, esta semana, cai no domingo. Tem gente que se sente lesada porque perde um dia de folga. E já houve muitos que se anteciparam e perceberam que o mesmo vai acontecer de novo, no 12 de outubro, e também em novembro.
Independente, porém, da questão relativa aos feriados e domingos, o importante é rememorar a data e guardá-la com o carinho que merece. O 7 de setembro não é um dia qualquer, não é um feriado a mais (que, por cair no domingo, não vale folga), mas uma data vital para a História deste País.
Nós brasileiros somos acusados de ter memória curta, o que, infelizmente em muitos casos, é verdadeiro. Por uma série de circunstâncias, somos levados a não valorizar a História, os feitos do passado. E a frase ''povo que não aprende com os erros do passado corre o risco de repetí-los no futuro'' é muito verdadeira.
Rememorar o 7 de setembro é um meio efetivo de aprender com a História. Louvar os heróis da Independência é valorizar a cidadania. Com ou sem feriado, o 7 de setembro é uma data que precisa estar sempre gravada no coração de cada um dos brasileiros.

...por falar em História
Com os olhos brilhando de entusiasmo, a senhora Cássia veio contar que, esta semana, visitou o Museu Histórico Carlos Weiss, de Londrina. ''Foi quase por acaso, passei por lá e, num impulso, resolvi visitar aquela edificação que, por si, é uma aula de História'', disse.
Dona Cássia conta que passou momentos de encantamento nos diferentes salões do Museu, afirmando que ficou emocionada quando viu os dois vagões, estacionados como no tempo em que havia trens, rememorando uma época não tão distante mas já impregnada de recordações.
A leitora considera que, como sentiu pessoalmente, visitar o Museu representa não só uma aula mas também um modo de se sentir incluído na própria História que, como salientou, ''entre nós é tão recente que temos, ainda, muitos que vivenciaram os primeiros tempos entre nós''.
A senhora Cássia fez, apenas, um reparo: ''Na sala em que são exibidas roupas e objetos usados no passado, faltam indicações que poderiam enriquecer a visita. Há roupas que, aparentemente, pertenceram ao Rei Momo. Mas uma simples informação escrita confirmaria isto e daria ainda mais cor à visita'', disse. Terminando, ela fez questão de lembrar que há, também, uma exposição sobre a Sercomtel, que fica até fevereiro, e que ''vale a pena conhecer''.

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