Primeiro mundo
Em São Paulo, a sra. Clarice apanhou o telefone, discou e ouviu o ruído de ocupado. Esperou alguns minutos, discou de novo e, outra vez, não concluiu a ligação. Repetiu algumas vezes a operação até que seu irmão, que mora em Londrina, perguntou: ''Por que é que você não aperta o 5?'' A sra. Clarice não entendeu e o irmão explicou: ''Em Londrina, quando a gente faz uma ligação e o aparelho que é chamado está ocupado, basta discar ou digitar o 5. Depois coloca o fone no descanso e espera. Quando o aparelho ligado desocupar, a ligação é completada''. Foi então que dona Clarice revelou que em São Paulo, a maior metrópole da América Latina, este tipo de serviço não está disponível.
O irmão de dona Clarice fez questão de vir aqui contar este episódio, gabando-se do fato de Londrina contar, em sua telefonia, com serviço de tal magnitude que nem mesmo a principal capital brasileira o conhece.
E não é só. O serviço telefônico fixo de Londrina é, sem dúvida, um dos mais modernos do mundo, garantindo ao usuário uma condição que não é encontrada nem mesmo em algumas das principais cidades brasileiras.

Pagamento difícil
O sr. Antônio veio se queixar da dificuldade que teve para pagar uma conta, já vencida. ''Segundo estava no boleto, após o vencimento teria de pagar ou na Caixa Econômica ou em alguma lotérica. Para evitar filas e porque não tinha cheque da Caixa, resolvi procurar uma casa lotérica''. Foi então que começou o drama do sr. Antônio, conforme ele contou. A conta era a prestação de um apartamento de sua filha, que ainda estava no nome do antigo proprietário. Ele chegou na lotéria, apresentou o boleto e preencheu o cheque. ''Não aceitaram, porque a conta estava em nome de outra pessoa'', disse, continuando: ''E não adiantou provar que o cheque era bom, insistir em que talvez a pessoa que estava com o nome no boleto não tivesse um cadastro tão bom. Simplesmente, não pude pagar a conta''.
O leitor precisou, então, fazer o que não queria: foi à Caixa. Levou dinheiro, para evitar maiores contra-tempos. Mas, conta, quando chegou no caixa, resolveu perguntar se podia pagar a dívida com um cheque dele, de outro banco. ''E o funcionário da Caixa aceitou, com o que, inclusive, pude usar o cheque que havia preenchido antes, na lotérica''.
Tão satisfeito o sr. Antônio ficou que disse que, agora, só paga a conta na Caixa.

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