PRAÇA
Em defesa de dona Irene
Semana passada, foi publicada aqui a sugestão de uma leitora, dona Irene, para o problema dos pombos, em Londrina. Levando em conta o desequilíbrio ecológico, a leitora sugeriu que os pombos servissem para alimentar os mais carentes.
A idéia não agradou nada à sra. Evelise Bianco de Carvalho que, em carta publicada na sexta-feira, contestou violentamente a sugestão. E foi além, julgando que a leitora que fez a proposta não teve coragem de revelar seu nome. Não é exato. Dona Irene, além de ser conhecida da Praça, não apenas deu o nome completo, endereço e telefone, autorizou a publicação. Mas como é norma da Praça preservar a fonte, apenas demos seu nome. Vale assinalar, ainda, que diante da carta, dona Irene até quis conversar com a sra. Evelise, mas não encontrou o número de telefone da leitora.
Foi melhor, penso. Se a leitora quiser discutir a questão, o espaço está aberto. Se desejar entrar em contato com dona Irene, basta procurar a Praça.
Quanto aos pombos, entendo que a sugestão da leitora não chega a ser tão terrível, assim. Afinal, a maioria da população come carne de animais e aves.
Recursos hídricos
Especialistas de uma centena de países debaterão esta semana, em Estocolmo, as medidas para melhorar os recursos hídricos no mundo, anunciou domingo o Instituto Internacional da Água, de Estocolmo. Em relação com o Ano Internacional da Água Doce, declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU), a 13 edição da Semana da Água inaugura um programa de reflexão quinquenal intitulado ''Segurança das bacias hidrográficas; produção, comercialização e utilização de recursos equilibrados''.
O ciclo anterior foi sobre ''a água como chave do desenvolvimento sócio-econômico e a qualidade de vida'' (1998-2002).
Os participantes estudarão os temas das subvenções dos agricultores europeus e norte-americanos como fonte do empobrecimento dos países em desenvolvimento e também o da ''água virtual'', a utilizada na elaboração de alimentos.
Também discutirão a iniciativa européia sobre a água na África, o acesso à água no conflito israelense-palestino e o aquecimento climático. Segundo a ONU, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo estão atualmente privadas de água potável.





