PRAÇA
Feira na praça
Como acontece todo inicio de mês, está funcionando, na Praça Marechal Floriano Peixoto, no centro, a feira com produtos naturais e artesanato, diretamente de quem faz para quem consome. São coisas boas, muita comida do tipo caseiro, ervas, artesanato, tudo a preço convidativo, porque a feira elimina a figura do intermediário. É direto de quem produz.
Esta feira só vai ficar aberta hoje. Mas continuará, até o final do mês, a feira do morango, com produtos vendidos também diretamente do produtor. Vale a pena visitar a feira hoje para encontrar toda a variedade oferecida. E na semana que vem também é bom ir até lá porque o morango (além de doces e sucos) é muito bom e mais barato.
Chuva e caos
Quarta-feira choveu e foi o que se viu: o trânsito se tornou caótico, em especial na área central. Parece que todo mundo tirou o carro da garagem e o resultado foi terrível. Infelizmente, do modo como as coisas estão, não se vislumbra qualquer solução para o problema. Mas os responsáveis pelo trânsito precisam se debruçar sobre o assunto para oferecer alternativas aos cidadãos.
Preço contra o cigarro
O novo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Jong Wook Lee, recomendou esta semana o aumento do preço do cigarro para combater o tabagismo, especialmente nos países em desenvolvimento.
''O tabaco mata 4,9 milhões de pessoas a cada ano. A maioria nos países pobres (...) onde o tabagismo aumenta, em grande parte, porque é nesses locais que a indústria do cigarro faz propaganda'', acusou Lee no segundo dia da 12 Conferência Mundial sobre o tabaco, em Helsinque.
A OMS calcula que o número de mortes no mundo por causa do cigarro deve aumentar de 1,3 bilhão para 1,7 bilhão de pessoas.
Para dissuadir os potenciais novos fumantes, Lee sugeriu atacar a economia familiar.
''Aumentar o preço de um pacote de cigarros em 10% reduz a demanda em torno de 8% nos países de renda escassa ou média''.
Isso porque ''o tabaco (...) também contribui para a desnutrição, pois o dinheiro que se gasta em cigarro não se gasta em comida. Em Bangladesh, as estimativas mostram que se os pobres não fumassem, 10,5 milhões de pessoas não teriam problemas de desnutrição'', afirmou Lee.





