Música para bebês
O departamento de música do Colégio Mãe de Deus enviou mensagem cumprimentando pelo comentário a respeito da ''Música e memória verbal'' e informando sobre as aulas de musicalização para bebês, com idades entre 8 meses e 3 anos.
O curso é oferecido uma vez por semana em aulas de 30 minutos e é feito com o acompanhamento dos pais ou da pessoa que tiver maior contato com a criança, podendo ser até mesmo sua babá. O principal objetivo da musicalização é despertar na criança o gosto pela música.
Durante as aulas são usados instrumentos como tambor, chacoalho, triângulo e outras peças que despertem a atenção dos bebês. Também fazem parte das aulas a audição e o acompanhamento de músicas folclóricas e temas infantis, assim como sons da natureza. O cronograma das aulas segue um programa pedagógico-musical especialmente elaborado para as crianças.
Depois dos três anos, as crianças têm a opção de escolher o instrumento com que tem mais afinidade para dar continuidade ao estudo.
Quem quiser mais informações pode ligar para 3372-5427 e falar com Isabel.

Corrente da solidariedade
A sra. Cássia resolveu voltar à carga com o tema da solidariedade, contando um episódio que ela própria vivenciou, na semana passada. ''Tomei conhecimento da situação de uma senhora que, abandonada pelo marido, passava fome com os dois filhos. Imediatamente, decidi que era preciso fazer alguma coisa''. E fez. Visitou os vizinhos do prédio de apartamentos em que mora e conseguiu arrecadar uma grande quantidade de alimentos. ''Também comprei alguma coisa'', conta, revelando ter tido uma agradável surpresa, na feira. ''Quando deixei escapar que o que comprava era para doação, a dona da barraca também participou, aumentando substancialmente o pacote que eu havia adquirido''.
''O que se conclui disto'' salienta a leitora ''é que, realmente, existe uma condição boa para que as pessoas participem de qualquer movimento solidário. O que me parece, porém, mais importante é insistir em que vale a pena buscar o problema perto da gente''. Dona Cássia explica: ''Estamos sendo motivados a doar de modo aleatório. Existe gente precisando perto de nós, na vizinhança, nas favelas que circundam a cidade. Muitas vezes nos sensibilizamos com o drama de gente que vive do outro lado do mundo, sem perceber que aqui mesmo há muita necessidade''.

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