PRAÇA
Ajudar comendo
Muitas vezes, as pessoas se sentem pressionadas diante de tantos apelos feitos na TV, no rádio, nos jornais, até nesta Praça, para ajudar alguém ou alguma instituição. Agora mesmo, está aí a campanha da Criança Esperança pedindo auxílio. É tudo, sem dúvida, muito meritório mas nestes tempos bicudos para muita gente é difícil.
De todo modo, em meio a tudo isto, não deixa de ser válido citar uma campanha que, pelo menos, dá uma retribuição: é o McDia Feliz, promoção anual da rede McDonald's. No tal McDia Feliz, toda a renda obtida na venda do Big Mac, em toda a rede nacional, reverte para auxílio aos doentes de câncer. Em Londrina, o beneficiário é o Instituto do Câncer de Londrina. Quer dizer, as pessoas são convidadas a ajudar, comendo.
Este ano, o McDia Feliz, dia de comer Big Mac e ajudar o ICL, será o próximo dia 16, sábado. Algumas entidades, como o Comitê de Solidariedade dos Funcionários da Sercomtel, estão se incorporando à campanha para conseguir vendr mais sanduíches. Uma iniciativa que merece apoio e que dá uma sensação diferente para quem participa.
Então, o negócio é este: sábado, dia 16, fazer um lanchinho, no McDonald's.
Tomates e pressão
O pigmento que dá a cor vermelha ao tomate tem a propriedade de reduzir a pressão arterial, segundo um estudo realizado por uma especialista israelense, publicado na edição de quarta-feira do jornal israelense Maariv.
''Foi provado clínica e cientificamente que esse pigmento reduz a pressão arterial'', disse ao jornal a professora de medicina Esther Paran, autora desse estudo e diretora do departamento encarregado de casos de pressão alta do hospital Soroka de Beersheba (sul de Isael).
Um recente estudo italiano sobre a pizza, publicado na semana passada neste espaço, também revelou as qualidades dos tomates e sua capacidade de inibir certos tipos de câncer.
As qualidades dos tomates, que são ricos em antioxidantes, há muito tempo são conhecidas pela ciência.
Educando
Cena observada na esquina das ruas Rio de Janeiro e Piauí. Mãe e criança iam atravessar. O garoto, com cerca de 6 anos, levava uma bala na mão. Tirou o papel para comer a bala e a mãe disse, em voz normal: ''Não jogue o papel na rua''. O menino obedeceu, eles atravessaram e seguiram. Simples e profundamente educativo.





